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Bolsas da Europa sobem, mas bancos recuam

As principais bolsas europeias operam em alta na manhã desta terça-feira, mas as ações do setor bancário, de maneira geral, recuam. Às 8h40 (de Brasília), a Bolsa de Londres avançava 1,04%, a de Frankfurt subia 0,47% e a de Paris ganhava 1,90%.

Redação com Agência Estado |

 

Acordo Ortográfico A maior pressão está em Londres, onde os papéis do Royal Bank of Scotland (RBS) chegaram a ceder mais de 20%. Barclays caía 11% e Lloyds, 13%. Os três reagiam à notícia de que teriam se reunido com o Tesouro britânico para discutir uma possível injeção de capital do governo nessas instituições.

O executivo-chefe do RBS, Fred Goodwin, teria dito, segundo reportagens, que um anúncio sobre uma nova decisão do governo a respeito dessa injeção de capital é esperado para breve. O executivo-chefe do Barclays, John Varley, por sua vez, negou o conteúdo das notícias.

"O Barclays não pediu capital do governo nem tem razão para fazê-lo", disse ele, o que fez com que as ações do banco saíssem das mínimas da sessão de hoje. O Lloyds, por sua vez, reiterou que está em busca de meios para levantar fundos e elevar seus quocientes de capital. "Estamos tomando e vamos tomar uma série de ações para levar nossos índices de capital para um nível que queremos. Vamos examinar as oportunidades à medida que elas se apresentam", disse um porta-voz do banco.

Fora de Londres, as ações do setor bancário também recuavam. Na Alemanha, o Deutsche Bank também foi alvo de rumores de que estaria planejando aumentar capital, negados depois pela própria instituição financeira. Suas ações chegaram a cair mais de 10%, mas às 7h50 (de Brasília) perdiam 5,2%. Commerzbank registrava perda mais acentuada, de 11%. Na Bélgica, Dexia caía 7%, enquanto o Unicredit caía 5,4% na Itália.

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