As principais bolsas europeias saíram das mínimas, operaram em alta, na expectativa de que os bancos centrais pelo mundo irão cortar o juro básico para promover uma rápida recuperação da economia global e para melhor o sentimento dos investidores, mas voltaram a cair perto do fechamento, operando sem tendência definida.

Acordo Ortográfico Às 11h15, a Bolsa de Londres subia 1,03%. Paris subia 0,30%, operando perto da estabilidade; e Frankfurt caía 1,05%.

"Os investidores não deveriam descartar a possibilidade de redução das taxas de juro. O próximo encontro do Fed (Federal Reserve, o banco central americano) não deve acontecer antes de 29 de outubro, portanto, os mercados estão corretos em especular a possibilidade de um corte emergencial entre reuniões", disse o diretor de pesquisa do Charles Stockbrokers em Londres, Jeremy Batstone-Carr. O Banco Central Europeu (BCE) reúne-se na quinta-feira (dia 2).

A taxa básica de juros na zona do euro (15 países europeus que compartilham a moeda) está em 4,25% ao ano. Já o Fed mantém o juro básico nos EUA em 2% ao ano desde junho.

A Bolsa de Nova York abriu com alta de 1,98% no índice Dow Jones Industrial, com as esperanças de que Washington reanime o plano de resgate financeiro, após uma segunda-feira de forte queda em Wall Street.

Após a abertura da Bolsa de Nova York, o Dow Jones Industrial, índice mais importante de Wall Street, subia 205,33 pontos (1,98%), para 10.570,78. O índice Nasdaq, no qual cota a maioria das empresas de tecnologia e informática, subia 50,32 pontos (2,54%), para 2.034,05, enquanto o índice seletivo S&P 500 ganhava 25,76 pontos (2,33%), para 1.132,18.

O indicador tradicional NYSE, que reúne todos os valores cotados na Bolsa de Nova York, subia 104,75 pontos (1,45%), para 7.308,76.

Os mercados asiáticos também reagiram com perdas à rejeição do plano e, na Bolsa dem Tóquio, o índice Nikkei caiu 4,12%, para 11.259,86 pontos, o nível mais baixo em três anos.

(Com EFE e Agência Estado)

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