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Bolsas da Europa operam em alta; Grécia permanece no foco dos agentes

SÃO PAULO - As principais bolsas europeias operavam em alta há pouco, mas a sessão é marcada por altos e baixos. Os agentes observam as ações de farmacêuticas e de bancos e seguem atentos a notícias da Grécia.

Valor Online |

O premiê grego George Papandreou repetiu nesta quinta-feira que Atenas pode recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI) se os europeus não concordaram em ajudar o país no encontro que acontece na próxima semana.

Ao comparecer no Parlamento Europeu, o primeiro-ministro insistiu que não quer dinheiro de seus sócios europeus, mas que os representantes da União Europeia aprovem um pacote de possíveis empréstimos na reunião que acontecerá na semana que vem.

Ontem, a chanceler alemã Angela Merkel defendeu a criação de um novo mecanismo que possibilite a exclusão de um integrante da zona do euro, se isso for necessário para evitar uma crise.

Os investidores também observam dados sobre a economia americana divulgados há pouco. Os novos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos ficaram em 457 mil na semana terminada em 13 de março, o que representa um declínio de 5 mil requerimentos em relação à marca antecedente, de 462 mil.

Já o índice de preços ao consumidor americano registrou variação nula em fevereiro, depois de acréscimo de 0,2% na abertura do ano. Sem alimentos e energia, itens considerados voláteis, o índice subiu 0,1%, invertendo a direção tomada em janeiro, de queda de 0,1%.

Há pouco, o londrino FTSE-100 subia 0,19%, aos 5.655 pontos. Já o CAC-40, de Paris, registrava ganho de 0,07%, aos 3.960 pontos. Em Frankfurt, o DAX aumentava 0,15% para 6.033 pontos.

As empresas do setor farmacêutico registravam valorização. Há pouco, a GlaxoSmithKline tinha alta superior a 2%, enquanto Novartis subia 0,1%. Por sua vez, AstraZeneca, Sanofi-Aventis e Roche avançavam entre 0,5% e 0,7%.

Em sentido contrários, os papéis de bancos sofriam perdas, após uma revisão do rating do setor financeiro global realizada pelo Citigroup. Credit Suisse e BBVA tinham queda de cerca de 1% minutos atrás.

Adidas verificava elevação de mais 3%, após a Nike anunciar resultados financeiros que superaram a estimativa de alguns agentes.

Com elevação de mais de 4% há pouco, a Nike registrou lucro de US$ 496,4 milhões no trimestre encerrado em fevereiro, ou US$ 1,01 por ação. A cifra significa que o resultado mais que dobrou perante os US$ 243,8 milhões, ou US$ 0,50 por ação, registrados no mesmo período do ano passado. O mercado esperava ganho de US$ 0,89 por ação no período.

(Karin Sato | Valor, com agências internacionais)

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