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Bolsas da Europa fecham em queda com setor financeiro

As principais bolsas da Europa fecharam em queda hoje, pressionadas por temores relacionados à saúde do setor financeiro e de anúncio de novas baixas contábeis. Em Londres, o índice FT-100 terminou o dia em baixa de 0,08%, a 5.

Agência Estado |

450,20 pontos. O Xetra-DAX, de Frankfurt, recuou 0,20%, a 6.432,88 pontos. Em Paris, o CAC-40 perdeu 0,11% e fechou a 4.448,84 pontos.

"O sentimento no curto prazo em relação ao setor financeiro continuará a ser prejudicado, uma vez que a economia desacelera, o mercado imobiliário permanece desaquecido e o cenário para o trabalho segue piorando", disse o estrategista de ações do Barclays Wealth em Londres, Henk Potts.

O segmento financeiro acompanhou as perdas do setor nos EUA, onde Fannie Mae e Freddie Mac cederam cerca de 10%. As ações da Société Générale caíram 1% e as do Deutsche Bank recuaram 1,1%, enquanto as do Credit Agricole perderam 0,6%.

O pequeno avanço do petróleo também pesou no mercado, particularmente sobre as ações dos setores de lazer e viagens. Os papéis da British Airways fecharam em baixa de 3,2% e as da Ryanair perderam 2,8%. Os papéis da Air France-KLM fecharam com desvalorização de 2%.

Mas os papéis das companhias petrolíferas e de mineração subiram. Total fechou em alta de 1,8% e Repsol ganhou 0,7%. As ações da BHP Billiton fecharam em alta de 0,5%. A companhia registrou seu sexto lucro recorde seguido e fez projeções positivas de resultado para o futuro. A maior mineradora do mundo, em termos de valor de mercado, reiterou seu interesse pela Rio Tinto, dizendo que uma eventual fusão com a empresa faz todo o sentido nesse momento de elevação dos custos para a indústria.

Em Londres, as atenções se voltaram também para a cedente de crédito imobiliário Bradford & Bingley, ao revelar que apenas 28% de seus acionistas subscreveram sua emissão de 400 milhões de libras em direitos. A falta de interesse pelos papéis pode ser justificado pelo fato de os papéis do B&B operaram abaixo das 55 libras pedidos pelos direitos. As ações fecharam em queda de 1,4%.

As ações da fabricante de equipamentos semicondutores holandesa ASM Internacional avançaram 4,1% em Amsterdã, após seu diretor-executivo Chuck del Prado ter sido retirado das negociações com a Applied Materials para a venda da parte mais promissora de suas operações. As informações são da Dow Jones.

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