Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Bolsas da Europa fecham em forte baixa

As bolsas da Europa fecharam em quedas expressivas nesta sexta-feira. O DAX, de Frankfurt, liderou as baixas, 7,71%. A bolsa de Londres fechou com perdas de 6,73% e Paris cedeu 6,94%.

Redação com agências |

Acordo Ortográfico

Assim como nas outras praças, os investidores nos Estados Unidos mostram-se preocupados com a chance de recessão global. 

Balanços

Os agentes acompanham a temporada de balanços corporativos não só de olho no desempenho trimestral, mas também atentos às projeções financeiras para os meses à frente.

No começo do dia, saiu a definição da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que, em reunião extraordinária, resolveu reduzir sua produção em 1,5 milhão de barris diários.

Ao longo do pregão matinal, os mercados de valores intensificaram suas perdas após o conhecimento dos dados macroeconômicos negativos da zona do euro e depois que algumas empresas apresentaram maus resultados.

O índice de gerentes de compras do setor manufatureiro da zona do euro caiu em outubro até 41,3 pontos, o nível mais baixo desde sua criação em 1997 e contra 45 pontos do mês anterior, o que indica que a economia da região entra em recessão apesar dos pacotes de resgate aprovados por muitos Governos, considerou o economista-chefe de Commerzbank, Jörg Krämer.

O Commerzbank prevê que o Banco Central Europeu (BCE) cortará em breve mais as taxas de juros. A montadora de automóveis sueca Volvo reduziu seu lucro líquido em 36% no terceiro trimestre e a companhia petrolífera finlandesa Neste Oil caiu 18,2% durante os nove primeiros meses de 2008.

Por sua vez, a fabricamte francesa Peugeot-Citroën anunciou um corte da produção para o quatro trimestre do ano. A crise financeira internacional reduziu o consumo e contribuiu para aumentar os custos de muitas empresas. Na Europa, todos os setores empresariais caíam com força ao meio-dia.

Os bancos cediam uma média de 10,7 %, seguidos das companhias automobilísticas com um retrocesso do 10,2%, das de petróleo e gás, com um 9,5%, e das de matérias- primas, com um 9,3%.

Ásia

Os mercados da Ásia também tiveram outro dia de pânico. Todas as bolsas regionais fecharam no território negativo pelo terceiro pregão consecutivo.

Desta vez, as influências principais foram o aumento das preocupações sobre a redução do crescimento global e os balanços do terceiro trimestre de grandes empresas, que vieram mais fracos do que a expectativa do mercado.

A queda nas ações da peso pesado HSBC e o anúncio de que o conglomerado Hutchison Whampoa vai reexaminar os planos de novos investimentos fizeram a Bolsa de Hong Kong fechar abaixo dos 13 mil pontos. O índice Hang Seng perdeu 1.142,11 pontos, ou 8,3%, e terminou aos 12.618,38 pontos.

Na China, as preocupações com o enfraquecimento da economia do país e as previsões pessimistas sobre os rendimentos das empresas provocaram vendas de ações no setor imobiliário e financeiro. Por conta disso, a Bolsa de Xangai fechou em baixa pelo quarto pregão seguido.

O índice Xangai Composto caiu 1,9% e encerrou aos 1.839,62 pontos. Já o Shenzhen Composto recuou 1,7% e terminou aos 505,82 pontos. Yuan - A alta nos preços do dólar futuro em relação ao yuan (NDF) revigorou as negociações de arbitragem nas operações de swap. Isso estimulou a demanda pela unidade norte-americana e levou a moeda chinesa a sofrer uma forte desvalorização.

Influenciada ainda pelo declínio nos mercados regionais, a Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou em baixa pelo terceiro pregão consecutivo. O índice Taiwan Weighted caiu 3,2% e encerrou aos 4.579,62 pontos.

O fantasma da crise asiática de 1997/98 voltou a assombrar os investidores da Bolsa de Seul, na Coréia do Sul, e o índice Kospi desceu para menos de mil pontos pela primeira vez em mais de três anos. O índice desabou 10,6% e encerrou aos 938,75 pontos.

O índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney, na Austrália, teve queda de 2,6% e fechou aos 3.869,4 pontos, depois de ter atingido no meio da sessão seu menor nível em quatro anos, aos 3.830 pontos.

Com informações da AFP, EFE e Agência Estado

Mais notícias

 

Para saber mais

 

Serviço 

 

Opinião

Leia tudo sobre: bolsa de valores

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG