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SÃO PAULO - As principais bolsas da Europa registram perdas nesta sessão, em que os agentes observam o desempenho de empresas do setor aéreo e de bancos. Os investidores souberam que a Grécia não requisitou o uso dos empréstimos acordados entre os países da zona do euro e Fundo Monetário Internacional (FMI), no encontro em Madri dos ministros das Finanças da região de moeda comum. Os problemas no setor aéreo da Europa, que se acentuaram nesta sexta-feira, também merecem acompanhamento. Quase 20 mil voos foram cancelados na região, desde que o céu europeu foi tomado pelas cinzas da erupção de um vulcão na Islândia.

SÃO PAULO - As principais bolsas da Europa registram perdas nesta sessão, em que os agentes observam o desempenho de empresas do setor aéreo e de bancos. Os investidores souberam que a Grécia não requisitou o uso dos empréstimos acordados entre os países da zona do euro e Fundo Monetário Internacional (FMI), no encontro em Madri dos ministros das Finanças da região de moeda comum. Os problemas no setor aéreo da Europa, que se acentuaram nesta sexta-feira, também merecem acompanhamento. Quase 20 mil voos foram cancelados na região, desde que o céu europeu foi tomado pelas cinzas da erupção de um vulcão na Islândia. Os aeroportos de Londres e Amsterdã estavam entre os mais afetados. Continuam fechados os espaços aéreos da Irlanda, Reino Unido, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Finlândia, Estônia, norte da França e de algumas áreas da Alemanha e Polônia. Há minutos, o FTSE-100, de Londres, registrava perda de 0,21%, aos 5.812 pontos. Já o DAX, de Frankfurt declinava 0,17%, aos 6.281 pontos. O CAC-40, de Paris, baixava 0,21%, para 4.056 pontos. British Airways e Deutsche Lufthansa AG eram algumas aéreas em baixa há minutos. Por outro lado, alguns bancos tinham jornada positiva, com a influência do balanço do Bank of America (BofA), que obteve lucro líquido de US$ 3,182 bilhões entre janeiro e março de 2010, contra uma perda líquida de US$ 194 milhões nos três últimos meses de 2009. Já o lucro líquido do BofA atribuível aos detentores de ações ordinárias ficou em US$ 2,834 bilhões, melhor do que os US$ 2,814 bilhões dos três meses até março de 2009. Observavam alta Barclays, Lloyds e Royal Bank of Scotland. Outro destaque de alta era o Carrefour, com elevação de mais de 2%. As vendas do grupo em todo o mundo aumentaram para 24 bilhões de euros no primeiro trimestre, em relação aos 22,7 bilhões obtidos em igual intervalo de 2009. A receita da varejista na França, que representa cerca de metade do total, subiu pela primeira vez em seis trimestres. O grupo anunciou ainda planos de recomprar ações pela primeira vez desde 2007. (Karin Sato | Valor, com agências internacionais)
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