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Bolsas da Europa caem com temor sobre crédito

As ações dos bancos europeus seguem em queda hoje, mantendo as bolsas da região em baixa, apesar do sinal positivo dos índices futuros das Bolsas de Nova York, que operam em alta. Os papéis dos bancos refletem as preocupações com eventual aumento nas provisões contra crédito duvidoso das instituições financeiras para fazer frente às perdas das moedas do Centro e Leste Europeu.

Agência Estado |

Às 10h35 (de Brasília), a Bolsa de Londres caía 0,85%, a de Frankfurt cedia 0,87% e a de Paris recuava 0,30%. No mesmo horário, em Wall Street, o futuro do Nasdaq 100 subia 0,78% e o futuro do S&P 500 tinha alta de 0,73%.

As ações do Unicredit caíam 3,4% mais cedo em Milão e as do Deutsche Bank perdiam 1,3% em Frankfurt. As ações do banco holandês e seguradora ING Groep recuavam 5,9%, após informar prejuízo líquido de 3,7 bilhões de euros (US$ 4,66 bilhões) no quarto trimestre de 2008 e de 729 milhões de euros (US$ 919,2 milhões) em todo o ano passado. O ING disse que não pagará dividendo para 2008.

Mas os papéis do francês Société Générale e do alemão Commerzbank ganhavam mais de 3% cada. O Commerzbank anunciou prejuízo líquido de 809 milhões de euros (US$ 1,02 bilhão) no período entre outubro e dezembro do ano passado, invertendo um lucro de 201 milhões de euros obtidos no mesmo período do ano anterior. Em 2008, o banco informou lucro líquido de 3 milhões de euros (US$ 3,78 milhões), contra ganho de 1,9 bilhão de euros em 2007. A instituição alemã advertiu que não espera registrar lucro este ano e prevê pesadas perdas com empréstimos em 2009, em consequência da fusão das operações do Dresdner e da crise financeira.

Já o Société Générale (SocGen) alertou que o ambiente econômico permanecerá desafiador durante todo o ano de 2009, após anunciar modesto lucro líquido no quarto trimestre de 2008, de 87 milhões de euros (US$ 109,7 milhões). Em 2008, o lucro líquido foi de 2,01 bilhões de euros, ante lucro de 947 milhões de euros no ano anterior. Os resultados estão em linha com a atualização das projeções divulgada pelo banco no mês passado. As informações são da Dow Jones.

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