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Bolsas da Europa caem com bancos e commodities

As bolsas européias operam em queda, em meio ao declínio das ações de bancos e de produtoras de matérias-primas (commodities), mas o bom desempenho dos papéis da gigante de telecomunicações Vodafone ajuda a evitar perdas maiores. As petrolíferas perdem na esteira do recuo de mais de 3% dos preços dos contratos futuros de petróleo.

Agência Estado |

Às 9h51 (de Brasília), a Bolsa de Londres caía 2,17%, a Bolsa de Paris perdia 2,57% e a Bolsa de Frankfurt recuava 2,15%.

As petrolíferas BP e Total perdiam 2,40% e 2,9%, respectivamente. Das produtoras de commodities, BG Group caía 7,2% e Cairn Energy cedia 3,18%. A mineradora Kazakhmys recuava 2,7%, Lonmin perdia 9,4% e Xstrata, -4,95%.

No setor bancário, tanto HSBC Holdings quanto Banco Santander davam continuidade à trajetória de declínio de ontem, quando o HSBC informou que espera mais deterioração na sua divisão norte-americana, após ter tido mais encargos para prejuízos com empréstimos, e o Santander disse que planejava levantar 7,19 bilhões de euros (US$ 9,3 bilhões) por meio da emissão de 1,6 bilhão de novas ações. HSBC perdia 6,4%, enquanto Santander recuava 5%.

Na contramão do desempenho dos mercados, as ações da gigante de telecomunicações sem fio Vodafone Group subiam 9,4%. Investidores reagem positivamente à elevação da perspectiva de fluxo de caixa para o ano e o lançamento de um programa de economia de gastos de 1 bilhão de libras (US$ 1,55 bilhão), mesmo após a maior operadora móvel do mundo divulgar queda de 35% no lucro do primeiro semestre, para 2,17 bilhões de libras (US$ 3,38 bilhões).

No âmbito macroeconômico, dados mostraram hoje que a conclusão de moradias no Reino Unido caiu em outubro para o menor nível desde que o Royal Institution of Chartered Surveyors (RICS) começou a acompanhar os dados em 1978, enquanto outro relatório mostrou que as vendas no varejo caíram 2,2%, de acordo com o Consórcio de Varejistas Britânicos.

Economistas do Morgan Stanley cortaram a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido em 2009 para contração de 0,3%, de previsão anterior de estagnação. O banco reduziu a projeção para o PIB da zona do euro em 2008 para queda de 0,7%, de expansão de 0,2% anteriormente. As informações são da Dow Jones.

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