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Bolsas da Europa avançam à espera de corte nos juros

As principais bolsas européias terminaram em alta, impulsionadas pela expectativa de um corte de juros pelo Banco Central Europeu (BCE) na próxima semana, reforçada após a notícia de que o sentimento econômico da zona do euro recuou para o menor nível desde 1993. O volume negociado, no entanto, foi baixo, devido ao feriado de Ação de Graças nos EUA.

Agência Estado |

Segundo David Page, economista da Investec Securities, o corte nos juros deve ser de 0,5 ponto porcentual, para 2,75% ao ano, no dia 4 de dezembro. "Isto encerraria o trimestre com as reduções mais agressivas nos juros na história de 9 anos do BCE."

Em Londres, o índice FTSE 100 terminou em alta de 73,41 pontos, ou 1,77%, para 4.226,10 pontos, enquanto na Bolsa de Paris o índice CAC-40 subiu 80,54 pontos, ou 2,54%, para 3.250,39 pontos, impulsionado pela declaração do presidente francês, Nicolas Sarkozy, de que a crise financeira estava se estabilizando. Em Frankfurt, o índice DAX avançou 104,77 pontos, ou 2,30%, para 4.665,27 pontos, enquanto o índice Ibex-35, da Bolsa de Madri, fechou em alta de 195,20 pontos, ou 2,26%, para 8.849,30 pontos.

As ações de bancos e seguradoras estavam entre as que tiveram os ganhos mais expressivos do dia. O Fortis subiu 18,64% em Bruxelas, enquanto em Paris o BNP Paribas avançou 7,43%. A Allianz avançou 10,05% em Frankfurt e a Aegon teve aumento de 13,14% em Amsterdã. Em Zurique, o banco suíço UBS fechou em alta de 4,05% e em Madri o Santander subiu 6,20%.

Em Londres, a Royal Dutch Shell ganhou 4,69% e a BP, 3,41%, com compras de pechincha após duas sessões consecutivas de perdas. As mineradoras também tiveram um bom desempenho, impulsionadas pelo avanço nos preços do ouro. A Xstrata subiu 12,23%, a Fresnillo, 9,70% e a Vedanta Resources, 10,76%.

A ArcelorMittal subiu 5,76% em Paris, após anunciar um programa de demissão voluntária para dispensar 9 mil funcionários em todo o mundo.

Em Estocolmo, a Electrolux terminou em queda de 0,71%, após comentários do executivo-chefe da empresa sobre a possibilidade de a crise econômica afetar o setor de utensílios domésticos. As informações são da Dow Jones.

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