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Bolsas da Ásia terminam sem rumo comum; Tóquio sobe 7,7% e Seul recua

SÃO PAULO - As bolsas da Ásia fecharam sem direção comum. Foram considerados nos negócios os fortes avanços registrados ontem em Wall Street e a expectativa de que o banco central dos Estados Unidos irá cortar a taxa de juro do país para dar apoio à economia debilitada.

Valor Online |

A definição sobre o rumo do custo do dinheiro dos EUA será conhecida nesta tarde. Muitos agentes aguardam que a taxa será diminuída para 1% dos atuais 1,5%. Há alguns economistas que não descartam uma ação mais contundente, de uma redução de 0,75 ponto.

Vale recordar que, em 8 de outubro, o Federal Reserve (Fed) resolveu cortar a taxa de juro em 0,50 ponto, para 1,5%, "à luz da evidência apontando para um enfraquecimento da atividade econômica e uma redução nas pressões inflacionárias", justificou o banco à época.

Naquela ocasião, o Banco da Inglaterra, o Banco Central Europeu (BCE) e outras autoridades monetárias anunciaram reduções nos juros.

Existem rumores de que o Banco do Japão estuda também diminuir a taxa de juro na reunião que será realizada na próxima semana. A previsão é de que o custo do dinheiro saia de 0,50% para 0,25%.

Em Tóquio, o Nikkei 225 aumentou 7,74%, aos 8.211,90 pontos. O Hang Seng, de Hong Kong, ganhou 0,84%, para 12.702,07 pontos.

Em Seul, no entanto, o Kospi perdeu 3,02%, somando 968,97 pontos. A imprensa local reportou que o Fundo Monetário Internacional (FMI) teria oferecido um empréstimo à Coréia do Sul. O país tem más lembranças com relação ao socorro recebido do Fundo em 1997, durante a crise financeira asiática.

O Shanghai Composite, de Xangai, baixou 2,94%, ficando em 1.719,81 pontos. As ações do setor financeiro lideraram as quedas.

(Valor Online, com agências internacionais)

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