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SÃO PAULO - As bolsas da Ásia encerraram em queda a sessão desta terça-feira, em que os investidores acompanharam o desempenho de bancos e de companhias ligadas a matérias-primas e ao setor imobiliário chinês. Ao que parece, o otimismo causado pelo pacote de cerca de 750 bilhões de euros acertado entre países europeus e o Fundo Monetário Internacional (FMI), que fez com que as bolsas asiáticas tivessem alta ontem, já se dissipou.

SÃO PAULO - As bolsas da Ásia encerraram em queda a sessão desta terça-feira, em que os investidores acompanharam o desempenho de bancos e de companhias ligadas a matérias-primas e ao setor imobiliário chinês. Ao que parece, o otimismo causado pelo pacote de cerca de 750 bilhões de euros acertado entre países europeus e o Fundo Monetário Internacional (FMI), que fez com que as bolsas asiáticas tivessem alta ontem, já se dissipou. A preocupação em torno dos problemas de solvência de alguns países permanece. Além disso, na China, uma série de dados divulgados trouxe à tona do temor dos agentes com relação ao aperto monetário promovido pelo governo chinês. Por exemplo, foi divulgado que o índice de preços ao consumidor aumentou 2,8% em abril, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Ao fim da sessão, o Shanghai Composite, de Xangai, perdia 1,9%, aos 2.647 pontos. Por sua vez, o Hang Seng, de Hong Kong, declinou 1,37%, aos 20.146 pontos. Em Tóquio, o índice Nikkei 225 teve queda de 1,14%, para 10.411 pontos. Por sua vez, o Kospi, de Seul, cedeu 0,44%, aos 1.670 pontos. Entre os destaques de perda ficaram companhias que atuam no setor imobiliário chinês, como a Poly Real Estate e a Gemdale Corp. Ambas perderam quase 3%. No Japão, tiveram queda Mizuho Financial e Sumitomo Mitsui Financial Group. (Karin Sato | Valor, com agências internacionais)

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