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Bolsas da Ásia atingem patamar mais alto em dois meses

HONG KONG - As bolsas de valores da Ásia atingiram o patamar mais alto em dois meses nesta quarta-feira, inspiradas por expectativas de que grandes gastos governamentais por parte dos Estados Unidos e corte de impostos continuarão a dar apoio ao dólar e a estimular a demanda por exportações.

Reuters |

O ciclo de ganhos foi o mais longo desde outubro de 2007, e se apoiou em uma retomada em Wall Street e na contínua melhora nos spreads de crédito asiático classificado como grau de investimento. A melhora acontece em um momento em que bancos centrais cortam taxas de juros e injetam dinheiro em setores problemáticos da economia para diminuir os danos oriundos da crise financeira.

O índice MSCI que reúne bolsas da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, que chegou mais cedo a exibir alta de 1,45%, exibia às 7h55 (horário de Brasília) leve recuo de 0,13%.

A bolsa de TÓQUIO fechou em alta de 1,74%, em uma tentativa de conseguir pela primeira vez desde abril de 2006 uma sequência de sete dias de ganhos.

Ações de bancos de pequeno porte receberam impulso com notícia de que o governo poderá injetar dinheiro em bancos regionais.

Um rali no começo do dia na bolsa de HONG KONG não se manteve e o índice Hang Seng terminou negativo, com desvalorização de 3,4%. O indicador foi pressionado por queda de 5,2% nas ações do China Construction Bank. A valorização ocorreu após notícias de que o Bank of America está vendendo uma porção da instituição com desconto.

Também em desvalorização, o índice da bolsa de CINGAPURA terminou em queda de 1,7%, enquanto o declínio no mercado de XANGAI, na China, foi de 0,7%.

Na direção oposta, o principal indicador da bolsa de SEUL teve valorização de 2,8%, enquanto em TAIWAN a alta foi de 1,3%. Em SYDNEY, a bolsa subiu 1%.

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