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Bolsas ampliam perdas após dados dos EUA; dólar sobe

A divulgação de que o índice de atividade nacional dos Estados Unidos, medido pelo Instituto de Gestão de Oferta (ISM, na sigla em inglês), foi o mais fraco desde 2001, ampliou o movimento de queda das Bolsas brasileira e americana, que já tinham aberto em baixa. Às 11h10 (de Brasília), o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) recuava 2,62%, a 48.

Agência Estado |

242 pontos, na mínima do dia até este horário. Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones caía 1,84% e o Nasdaq 100 recuava 1,22%.

Cerca de uma hora depois da abertura dos negócios no mercado doméstico de ações, o ISM informou que o índice de atividade industrial nacional (gerentes de compras) de setembro ficou em 43,5 em setembro, ante previsão de 49,5, tornando-se o dado mais fraco desde outubro de 2001 e sinalizando contração da atividade econômica nos EUA. Em agosto, este índice estava em 49,9.

Já os gastos com construção nos EUA ficaram estáveis em agosto, ante previsão de queda de 0,5%.

Dólar

Após uma abertura em leve alta, o dólar comercial ampliou a alta em relação ao real e sobe mais de 1%, cotado acima de R$ 1,93.

Às 11h10 (de Brasília), o dólar comercial subia 1,73%, cotado a R$ 1,935 no mercado interbancário de câmbio, na taxa máxima do dia até o momento. Na abertura dos negócios hoje, a moeda americana exibiu leve alta, de 0,05%, a R$ 1,903.

No mesmo horário, na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista subia 1,68%, a R$ 1,936, também na taxa máxima do dia até o momento, após abertura estável, a R$ 1,904.

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