SÃO PAULO - Com uma decisão em linha com o esperado, mas com um comunicado indicando uma melhora do mercado de trabalho, o anúncio do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, resultou na aceleração das bolsas do país e também do Brasil. Há pouco, o Ibovespa, que avançava 0,24% pouco antes do anúncio do Fed, subia 0,63%, aos 66.931 pontos, com giro financeiro de R$ 5,287 bilhões.

SÃO PAULO - Com uma decisão em linha com o esperado, mas com um comunicado indicando uma melhora do mercado de trabalho, o anúncio do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, resultou na aceleração das bolsas do país e também do Brasil. Há pouco, o Ibovespa, que avançava 0,24% pouco antes do anúncio do Fed, subia 0,63%, aos 66.931 pontos, com giro financeiro de R$ 5,287 bilhões. Nos Estados Unidos, as bolsas também acentuaram os ganhos. Há instantes, o Dow Jones subia 0,58%, enquanto o Nasdaq avançava 0,11% e o S & P 500 tinha ganhos de 0,74%. O Fed manteve a taxa básica de juros dos Estados Unidos num intervalo entre zero e 0,25% ao ano pela 13ª reunião consecutiva. A instituição ainda voltou a dizer que as condições econômicas, que incluem baixo nível de utilização da capacidade, inflação sob controle e expectativas inflacionárias estáveis, deverão garantir que os juros sigam em"níveis excepcionalmente baixos por um longo período". Mais importante, entretanto, foi o Fed ter afirmado, no comunicado posterior à reunião, que as informações recebidas desde o último encontro, em março, sugerem que a atividade econômica americana continuou a se fortalecer e que o mercado de trabalho está começando a melhorar. "Embora o ritmo da recuperação econômica tenda a ser moderado por um tempo, o Comitê prevê um retorno gradual para um nível mais elevado de utilização da capacidade em um contexto de estabilidade de preços", ressaltou o Fed. (Beatriz Cutait | Valor)

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