O desempenho robusto dos papéis da Petrobrás carregou, ontem, o Ibovespa não somente para a maior pontuação de 2009, como também para o nível mais elevado desde 17 de junho de 2008. Aos 67.

405,98 pontos, a bolsa brasileira teve ganho de 1,17%, puxada pelas altas de mais de 2% das ações da estatal.

Estas, por sua vez, foram amparadas por uma série de fatores, que incluiu questões técnicas de correção de preços, as descobertas de óleo no campo de Marimbá, na Bacia de Campos, e de petróleo em poço em Angola, e ainda a recuperação dos preços da commodity no mercado externo. Tais razões acabaram blindando a Bovespa do comportamento apático das bolsas norte-americanas.

No segmento de juros futuros, a percepção de que Aldo Mendes, indicado para a vaga de Mario Torós na diretoria de Política Monetária do Banco Central, não tem um perfil tão conservador em termos de política monetária quanto era considerado o de Torós, levou as taxas à queda. O juro para janeiro de 2011 terminou em 10,18%. O dólar à vista no balcão encerrou a R$ 1,717 (+0,41%), acompanhando o movimento externo de avanço ante o euro e o iene.

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