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Bolsa sobe mais de 2% com ajuste de carteiras

O mercado de ações começa a terça-feira com alta firme de mais de 2% na abertura dos negócios, influenciado pela valorização das bolsas norte-americanas e européias e também pelo ajuste de carteiras à segunda prévia do Ibovespa para o período de janeiro a abril de 2009, divulgada mais cedo pela Bolsa. O Ibovespa futuro se move num ritmo bem mais acelerado do que o dos índices futuros em Nova York.

Agência Estado |

O Nasdaq avançava 0,67% e o S&P 500 +0,72%, que operam na expectativa de um corte de juro de 0,50 ponto porcentual na reunião de hoje do Federal Reserve (Fed, banco central americano) e do comunicado que se segue à decisão.

Antes do resultado da reunião do Fed, às 17h15, o mercado deverá ser pautada pelos indicadores econômicos previstos nos EUA, como o índice de preços ao consumidor (CPI) e o número de novas construções iniciadas em novembro, além da do balanço do quarto trimestre fiscal do banco Goldman Sachs. Na Europa, as bolsas também sobem à espera do Fed e impulsionadas pelas ações do setor automobilístico diante da expectativa de que o governo norte-americano irá ajudar as montadoras de Detroit.

O clima externo mais favorável ajuda o mercado a se recompor, mas segundo uma fonte metade da alta do Ibovespa futuro se deve ao ajuste à carteira teórica do Ibovespa, que traz as mesmas 66 ações do índice atual e que confirmou o aumento do peso de Petrobras PN e ON e, ao mesmo tempo, a redução da fatia das ações da Vale, tanto as PNA como as ON. Petrobras PN ficou com participação de 16,710% e ON aparece com 3,055%. Vale PNA tem peso de 11,950% e a ON, 3,245%.

Há ainda o fato de ser véspera do vencimento de índice futuro, que costuma movimentar mais recursos do que o de opções, que foi ontem. Para alguns analistas, amanhã é o último pregão para valer da Bolsa. Depois, o mercado deve entrar em "recesso" de final de ano. Mas há quem sonhe com um rali de final de ano e veja possibilidade de o índice Bovespa encerrar 2008 acima dos 40 mil pontos.

O risco para a Bovespa hoje são as commodities, que mostram enfraquecimento. Os metais devolvem quase todos os ganhos registrados na semana passada, pressionadas pela valorização do dólar. Os contratos de alumínio caíram para mínimas de cinco anos em Londres, pressionados por mais um forte aumento dos estoques do produto na bolsa. Já o petróleo mostra fôlego curto de alta, conforme investidores se ajustam ao corte de produção esperado da Opep, que se reúne amanhã na Argélia.

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