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Bolsa sobe com Gol e setor de construção; Laep dispara

A volatilidade dos últimos dois dias continua dando o tom aos negócios na Bolsa paulista nesta quinta-feira. Após abrir o pregão em baixa, o Ibovespa opera no campo positivo, puxado por Gol e empresas do setor de construção.

AE |

A volatilidade dos últimos dois dias continua dando o tom aos negócios na Bolsa paulista nesta quinta-feira. Após abrir o pregão em baixa, o Ibovespa opera no campo positivo, puxado por Gol e empresas do setor de construção. Às 12h06, o principal índice da Bolsa paulista registrava valorização de 0,28%, aos 70.990 pontos, após ter alcançado a máxima de 71.050 pontos (+0,36%) e a mínima de 70.462 pontos (-0,47%). No mesmo momento, Dow Jones recuava 0,16% e S&P cedia 0,14%. A aversão ao risco continua apoiada, principalmente, nas preocupações com a Grécia. A divulgação de indicadores negativos sobre o número de pedidos de seguro desemprego nos Estados Unidos também contribui para o clima de cautela. O gestor de renda variável da Grau Gestão de Ativos, Huang kuo Seen, avalia que as notícias servem de pretexto para uma realização, mas que a leve queda registrada pelo Ibovespa nos últimos dias é um sinal de que o sentimento continua positivo. Chama a atenção a disparada dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts) da Laep Investments, controladora da Parmalat, entre outras empresas de alimentos, após decisão favorável dada pelo Conselho Administrativo de Recursos Fiscais. Há instantes os papéis avançavam 11,19%. A empresa informou hoje que a decisão elimina praticamente a totalidade do auto de infração de valor original de cerca de R$ 10,7 bilhões contra Parmalat Brasil S/A Indústria de Alimentos e herdado do antigo grupo Parmalat. O julgamento foi realizado ontem (7/04) e, de acordo com a Laep, a decisão foi unânime. A empresa informa que um valor remanescente atualizado, de aproximadamente R$ 12 milhões, ainda está sujeito a confirmação das instâncias administrativa e judicial. Aviação Entre as ações do Ibovespa destaque para Gol (+3,58%), que lidera as maiores altas do índice. Hoje a empresa divulgou dados positivos de tráfego. A empresa registrou crescimento da demanda total de 36,8% em sua malha aérea em março em relação ao mesmo mês do ano passado, sendo 38,5% de alta no mercado doméstico e de 23,6% na malha aérea internacional. O desempenho é recorde para o mês. TAM sobe 0,84%. Ontem a empresa informou que assinou contrato com a Caixa Econômica Federal para o financiamento de pacotes turísticos nas lojas da TAM Viagens, em um momento em que as classes C e D têm passado a gastar mais com lazer e turismo, diante do aumento de seu poder de consumo. Construção Empresas do setor de construção subiam em bloco hoje, após vários dias em queda: PDG +3,39%, MRV +2,69%, Cyrela +2,13% e Rossi +1,74%. Para o economista Fausto Gouveia da Legan Asset o ajuste mostra que as ações do setor caíram mais do que deveriam após o anúncio da segunda fase do programa "Minha Casa, Minha Vida". Petrobras e Vale Apesar de notícias positivas, Petrobras PN recuava 0,42% e ON cedia 0,77% em dia de nova queda nas cotações do petróleo. A empresa informou ontem que a perfuração de mais um poço na área de Tupi confirma o potencial de óleo leve nos reservatórios do pré-sal daquela área, localizada em águas ultraprofundas da Bacia de Santos. OGX, ao contrário, reagia com alta de 1,39%. A companhia brasileira de petróleo e gás anunciou mais uma descoberta de hidrocarbonetos em seção localizada localizado em águas rasas da parte sul da Bacia de Campos. A empresa detém 100% de participação neste bloco. Vale PNA registrava desvalorização de 0,16% e ON subia 0,46%. Entre as siderúrgicas Gerdau ON subia 0,71%, CSN caía 0,48% e Usiminas PNA tinha valorização de 0,05%. Entre as maiores baixas figuravam Natura (-2,01%), Klabin PN (-1,57%), TIM Participações (-1,05%) e Net PN (-0,66%). Braskem PNA recuava 0,53% e ON cedia 0,17%. Ontem a companhia informou que o aumento de capital atingirá R$ 3,742 bilhões, 83,2% do total aprovado pela companhia, de R$ 4,5 bilhões. Desse montante, a BRK Investimentos Petroquímicos, holding controladora da empresa, formada por Petrobras e Odebrecht, responderá por R$ 3,5 bilhões, conforme havia sido divulgado à época do anúncio da operação.
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