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Influenciada pelo sinal positivo das bolsas externas e, principalmente, em razão da continuidade do ingresso de recursos estrangeiros, o Ibovespa voltou a tocar os 70 mil pontos durante a sessão de ontem, mas, assim como na véspera, não teve força para se sustentar nesse patamar. Os analistas, no entanto, reforçam que a trajetória segue favorável e, hoje, se os indicadores deixarem, há espaço para o índice romper essa resistência.

O Ibovespa subiu 0,58%, aos 69.979,28 pontos. Petrobrás dividiu com Vale as atenções do pregão. Contudo, enquanto os papéis PN da estatal do petróleo subiram 1,37%, as ações PNA da mineradora caíram 1,28%.

O otimismo do investidor estrangeiro levou o dólar ante o real à segunda queda consecutiva, movimento amparado pela alta do euro e das commodities. O dólar balcão fechou em R$ 1,7710, com queda de 0,51%. Nos dois dias, perdeu 0,95% e, em março, acumula recuo de 1,94%.

Os juros futuros subiram em meio à expectativa sobre o destino do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, à alta do IGP-M na primeira prévia do mês e antes da divulgação , hoje, do Produto Interno Bruto do País no 4º trimestre de 2009. A taxa para janeiro de 2011 subiu a 10,47%.

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