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Bolsa dribla vaivém em NY e sobe 1,8%

A contração anualizada de 0,5% do PIB dos EUA no 3º trimestre reacendeu ontem o medo da recessão no país e neutralizou o impacto positivo inicial do anúncio de US$ 800 bilhões em medidas do Federal Reserve com o objetivo de ampliar o crédito ao consumidor e injetar confiança no mercado imobiliário. Os investidores conheceram novos nomes da equipe do governo de Barack Obama.

Agência Estado |

Contudo, a percepção é de que o déficit fiscal dos EUA tende a aumentar com a implementação da prometida criação de 2,5 milhões de empregos e um novo pacote de socorro à economia estimado em US$ 700 bilhões em dois anos. Diante de um cenário de recessão combinada com deflação e perspectiva de ampliação dos déficits gêmeos nos EUA, os investidores reduziram posições em petróleo e dólar, que caíram, e intercalaram compras e vendas de ações.

Após muito vaivém, o Dow Jones subiu 0,43%; o Nasdaq caiu 0,50%; e o S&P500 avançou 0,66%. A Bovespa valorizou-se 1,83%, aos 34.812,86 pontos, amparada pelas ações de siderúrgicas, bancos e construtoras. O dólar à vista caiu 0,13% a R$ 2,325 no balcão. E o juro de janeiro de 2010 cedeu para 14,67%.

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