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Bolsa de NY inverte e cai com mercado de trabalho ruim

As Bolsas de Nova York tentaram ensaiar uma discreta alta usando como pretexto o fato de o relatório de postos de trabalho nos EUA ter vindo dentro do previsto, mas como o cenário é bastante negativo no mercado de trabalho, não houve espaço para ganhos expressivos. Logo nos primeiros minutos de pregão regular, os índices passaram a cair.

Agência Estado |

Às 13h37 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,43%, o Nasdaq recuava 2,56% e o S&P 500 tinha queda de 1,85%.

Apenas no mês de dezembro, a economia dos EUA cortou 524 mil postos de trabalho, praticamente em linha com a previsão de economistas de redução de 525 mil. Em novembro, o corte de vagas foi revisado de 533 mil para 584 mil, o maior declínio desde 1974. Em 2008 como um todo, foram eliminados 2,6 milhões de empregos, a maior perda desde 1945.

A taxa de desemprego em dezembro subiu para 7,2%, a mais alta desde janeiro de 1993. A previsão média de analistas era de aumento para 7,0%. "Neste ritmo, a taxa de desemprego pode testar os dois dígitos mais tarde este ano e certamente parece no caminho de atingir isso durante 2010", comentou o economista do ING Rob Carnell, em nota.

No lado corporativo, a Chevron alertou que seu resultado no quarto trimestre ficará significativamente abaixo do esperado por causa da forte queda nos preços de energia e da queda nas margens de refino. As ações da Chevron caíam 1,33%, às 13h38 (de Brasília). No horário, o petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York cedia 4,46% para US$ 39,84 o barril. As informações são da Dow Jones.

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