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Bolsa de NY ensaia alta na abertura, mas Dow Jones cai 0,28%

As Bolsas norte-americanas ensaiaram abertura positiva, conforme apontavam os índices futuros, que indicaram também volatilidade. Os investidores esperam que o mercado opere nesta semana de feriado do Natal com volumes reduzidos, o que deve provocar oscilação forte dos preços.

Agência Estado |

A Bolsa de Nova York (Nyse) opera em horário reduzido na véspera do Natal, dia 24, e permanece fechada no dia 25. No dia 24, a Nyse fecha às 16h (de Brasília).

O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York abriu o pregão de hoje em alta, mas inverteu o sinal e operava em baixa de 0,28% a 8.555 pontos, às 12h46. O Nasdaq registrava baixa de 1,12% a 1.546 pontos e o S&P 500 cedia 0,77% a 881 pontos.

Pela manhã foi divulgado o índice de atividade nacional do Fed de Chicago que caiu para -2,47 em novembro, de 01,27 em outubro. Não houve praticamente reação no mercado.

Os investidores devem prestar atenção nas montadoras, na esteira do anúncio sexta-feira de ajuda do governo dos EUA a General Motors e a Chrysler, e da previsão nesta manhã pela Toyota de seu primeiro prejuízo no atual ano fiscal. No pré-mercado, as ações da GM caíram 6%, com a montadora prepara-se para negociar com os sindicatos, que criticaram alguns termos do pacote de ajuda. As ações da Ford perdiam 2,4%.

Entre outras notícias, o The Wall Street Journal publicou que algumas das maiores empresas de construção de imóveis estão pedindo ao governo assistência, diante a perspectiva de vencimento de pesadas dívidas. A indústria pede para ser incluída no novo programa empréstimo criado pelo governo, voltado para tomadores de empréstimo com cartão de crédito, para financiamento de automóveis e para financiar estudos.

No pré-mercado, os papéis da Alcoa subiram mais de 4%, refletindo expectativa de manutenção da demanda chinesa depois de o país anunciar novo corte de juro nesta manhã. AIG também avançou no pré-mercado, refletindo o anúncio da venda de sua unidade HSB Group para a alemã Munich Re, por US$ 742 milhões.

A fornecedora de peças Federal-Mogul disse na sexta-feira que irá cortar mais 4,6 mil empregos, ou cerca de 10% de sua força de trabalho, em conseqüência do ainda adverso ambiente para o segmento. As informações são da Dow Jones.

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