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Bolsa de NY cai com Dow Chemical e Oriente Médio

O mercado de ações norte-americano fechou em baixa, mas acima das mínimas do dia, apesar da pressão negativa gerada pelo colapso de um acordo entre a Dow Chemical e o Kuwait e diante do conflito no Oriente Médio, que interrompeu o declínio nos preços do petróleo. O índice Dow Jones caiu 31,62 pontos, ou 0,37%, e fechou com 8.

Agência Estado |

483,93 pontos. O Nasdaq recuou 19,92 pontos, ou 1,30%, e fechou com 1.510,32 pontos. O S&P-500 caiu 3,38 pontos, ou 0,39%, e fechou com 869,42 pontos, enquanto o NYSE Composite recuou 3,55 pontos, ou 0,06%, e fechou com 5.534,64 pontos.

As ações da Dow Chemical caíram 19% em reação à notícia de que o governo do Kuwait desistiu de formar uma bilionária associação (joint venture) com a companhia americana, que seria batizada de K-Dow, citando pressão política. O colapso do acordo levantou dúvidas sobre a viabilidade da compra da Rohm & Haas, grupo fabricante de químicos especializados, pela Dow Chemical. As ações da Rohm & Haas caíram 16%.

As ações das companhias de petróleo e de equipamentos para exploração subiram junto com os preços do petróleo e a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, que serviu como um lembrete da volátil situação política no Oriente Médio. As ações da Chevron subiram 1,71% e as da ExxonMobil fecharam em alta de 1,08%.

Contudo, a alta do petróleo pesou sobre as ações do setor de consumo: McDonald's caiu 1,11%, Walt Disney perdeu 3,20% e General Electric recuou 1,94%. As ações do setor de varejo também seguiram fracas, pressionadas pela temporada ruim de vendas do Natal: Wal-Mart cedeu 0,43% e Home Depot, 0,85%.

As ações da Ford caíram 3,06% em reação à notícia de que o bilionário investidor Kirk Kerkorian liquidou sua participação acionária na montadora. As ações da General Motors recuaram 1,64% refletindo a dúvida dos investidores sobre se seu braço financeiro, a GMAC - que se tornou uma holding bancária na semana passada - tem recursos suficientes para sobreviver. As informações são da Dow Jones.

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