Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Bolsa de NY abre em baixa, de olho em pacotes e G-7

As Bolsas de Nova York abriram em baixa hoje, dia que pode ser marcado por volatilidade, uma vez que a decepção dos investidores com a falta de detalhes sobre o plano de resgate financeiro dos Estados Unidos continua, mas há expectativas de mais medidas de estímulo econômico por governos no mundo. No cenário corporativo, o setor bancário pode pesar nos negócios.

Agência Estado |

Às 12h32 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 0,11%, o Nasdaq 100 recuava 0,17% e o S&P 500 tinha queda de 0,26%.

Os investidores estarão de olho na votação do pacote de estímulo econômico de US$ 789 bilhões prevista para esta sexta-feira pelo Congresso dos EUA. O mercado já recebeu algum alento no fechamento de ontem, com notícias de que o governo de Obama estuda a criação de um programa de subsídios a hipotecas de mutuários que possam ter dificuldades para honrar estes compromissos. Além disso, neste fim de semana, os ministros das Finanças e autoridades dos bancos centrais do grupo dos sete países mais industrializados do mundo (G-7) iniciam encontro em Roma.

A manhã de hoje foi marcada por dados ruins na Europa, com a divulgação dos Produtos Interno Brutos (PIBs) de alguns países do continente e da zona do euro. O PIB dos 15 países que compartilhavam o euro até o ano passado teve contração recorde de 1,5% no quarto trimestre de 2008 ante o terceiro e queda recorde de 1,2% em relação a igual período de 2007. O PIB alemão declinou 2,1% entre outubro e dezembro de 2008 em relação ao terceiro trimestre, a maior contração desde o primeiro trimestre de 1987. A partir de janeiro deste ano, a zona do euro passou a ser composta por 16 países europeus, com a entrada da Eslováquia.

Nos EUA, a agenda de indicadores econômicos reserva apenas o índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan preliminar de fevereiro, previsto para ser anunciado às 12h55 (de Brasília).

Ações

O setor financeiro permanece no foco hoje, depois de o banco britânico Lloyds afirmar que o HBOS, a maior financiadora de hipotecas do Reino Unido, deve ter um prejuízo antes de impostos de 10 bilhões de libras (US$ 14,4 bilhões) em 2008. A aquisição do HBOS pelo Lloyds foi concluída em janeiro deste ano.

A temporada de balanços das empresas norte-americanas referentes ao quarto trimestre do ano passado continua. Depois do resultado bem recebido da Coca-Cola ontem, hoje a rival Pepsico anunciou declínio no lucro líquido em linha com as estimativas, para US$ 908 milhões no período.

O Wells Fargo & Co acrescentou ontem à noite US$ 328 milhões em ajustes antes de impostos ao seu prejuízo do quarto trimestre de 2008, citando eventos de crédito depois do relatório do fim de janeiro. Como resultado, o prejuízo do banco agora é de US$ 2,73 bilhões nos três últimos meses do ano passado. As informações são da Dow Jones.

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG