Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Bolsa de NY abre em baixa com desemprego em foco

O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York abriu o pregão de hoje em baixa. Às 12h33, o Dow Jones recuava 0,95% a 8.

Agência Estado |

510 pontos. O Nasdaq operava em baixa de 1,51% a 1.469 pontos e o S&P 500 caía 1,36% a 858,9 pontos. O mercado acionário americano está pressionado por notícias desfavoráveis divulgadas por empresas - incluindo uma série de cortes em massa de empregos. O foco dos investidores se divide entre as montadoras e as varejistas.

Ontem os principais índices fecharam em alta, depois de mais um pregão volátil. "Tivemos um grande movimento à tarde e o mercado tem sido caracterizado por negociações muito voláteis recentemente, portanto eu acho que o instinto natural, sempre que há um movimento grande numa direção ou noutra, é tomar o caminho oposto depois", disse um operador. "Portanto, haverá um pouco de devolução de ganhos (hoje), pelo menos no início dos negócios."

As ações da farmacêutica Merck caíam 4% no pré-mercado, após o grupo prever que terá lucro, excluindo custos com reestruturação, de US$ 3,15 a US$ 3,30 por ação no ano que vem, menor que a previsão média dos analistas, de US$ 3,52 por ação. A empresa também disse que a receita deverá cair 3% em comparação com o nível previsto para este ano, por causa da apreciação do dólar, ao passo que os analistas esperam expansão de 3%, para US$ 24,6 bilhões. A empresa também reduziu sua previsão de aumento das vendas para o período de cinco anos até 2010, para 1% a 3%, numa base anual composta.

Dupont despencava 7%, após dizer que pretende demitir 2,5 mil funcionários. A companhia disse que a receita no quarto trimestre deste ano será pelo menos 15% menor do que a de igual período do ano passado. AT&T, que anunciou esta manhã que cortará 12 mil empregos, 4% do total de sua força de trabalho, recuava mais de 2%. Credit Suisse subia 1,8%, após dizer que eliminará 5,3 mil posições internas, 11% de seu total, além de 1,2 mil empregos terceirizados em funções de suporte.

Nokia subia 2,6%, após reduzir, pela segunda vez em três semanas, sua previsão para o mercado de aparelhos telefônicos. De acordo com a maior fabricante de telefones móveis do mundo, o volume global no quarto trimestre deste ano será menor que a estimativa de 330 milhões de unidades que havia anunciado no dia 14. O grupo também espera que o volume irá cair 5% ou mais no ano que vem em relação aos níveis deste ano.

Além disso, os investidores estão de olho nos resultados de vendas das varejistas norte-americanas em novembro. A Thomson Reuters prevê, de maneira geral, queda de 2,4%, mas a Wal-Mart manteve sua tendência recente de superar a média do mercado, com um aumento de 3,4% de suas vendas de mesmas lojas no mês passado. As ações do grupo subiam 2,3%.

Outro foco do dia é a volta dos executivos da GM, Ford, e Chrysler a Washington, para pedir ajuda dos congressistas para o setor, numa audiência considerada crucial. GM recuava 6,3% e Ford, 2,4%. As informações são da Dow Jones.

Leia tudo sobre: wall street

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG