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Bolsa de NY abre em alta de olho em plano de hipotecas

As Bolsas de Nova York abriram em alta hoje, ensaiando uma recuperação, depois da forte queda de ontem, quando os mercados norte-americanos caíram aproximadamente 4%. Nesta quarta-feira, os investidores estarão atentos aos primeiros detalhes do plano dos Estados Unidos para reduzir as execuções de hipotecas, cuja divulgação está prevista para as 14h15 (de Brasília).

Agência Estado |

As montadoras norte-americanas General Motors (GM) e Chrysler devem se manter no foco, após terem enviado pedidos ao Tesouro dos EUA ontem à noite por mais recursos para evitar que peçam concordata.

Às 11h35 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,16%, o Nasdaq 100 avançava 0,48% e o S&P 500 ganhava 0,36%.

Na agenda de indicadores econômicos, o Departamento de Comércio dos EUA informou esta manhã que as construções de residências iniciadas no país caíram 16,8% em janeiro, para o recorde de baixa de 466 mil, em dados anualizados sazonalmente ajustados. O Departamento de Trabalho norte-americano informou que os preços de importação nos EUA caíram 1,1% em janeiro ante dezembro. Em relação a janeiro de 2008, os preços tiveram queda recorde de 12,5%.

Pouco antes da abertura dos mercados em Nova York, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) informou que a produção industrial caiu 1,8% em janeiro, ante previsão de queda de 1,7%. A agenda do dia reserva ainda um discurso do presidente do Fed, Ben Bernanke, às 15h (de Brasília), e a ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), realizada em janeiro, às 16h.

Ações

Os papéis da empresa de serviços financeiros MBIA saltavam 36% no pré-mercado em Wall Street, depois que a empresa informou que uma nova unidade será formada por meio de uma reestruturação que será "exclusivamente dedicada ao mercado de finanças públicas dos EUA".

O conglomerado industrial General Electric (GE) disse que o executivo-chefe e presidente do conselho, Jeffrey Immelt, não recebeu bônus referente a 2008.

Em mais um sinal dos efeitos da crise, a Goodyear Tire & Rubber disse que vai cortar outros 5 mil empregos, congelar salários e buscar vender ativos não relacionados à atividade principal da empresa. A fabricante de pneus obteve prejuízo de US$ 330 milhões no quarto trimestre do ano passado. As informações são da Dow Jones.

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