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Bolsa de Nova York abre em baixa com dados negativos

O índice Dow Jones da Bolsa de Nova York registrava baixa de 0,24%, às 12h32, no início das negociações do pregão regular de hoje. O Nasdaq recuava 0,28% e o S&P 500 cedia 0,28%, no mesmo horário.

Agência Estado |

Pela manhã, houve a divulgação de dados negativos referentes ao setor de imóveis e de preços ao consumidor. Paralelamente, a discussão no Congresso norte-americano sobre um pacote de ajuda às montadoras segue no centro das atenções do mercado.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) caiu 1% em outubro na comparação com setembro, a maior queda desde fevereiro de 1947, ou em 61 anos, segundo o Departamento do Trabalho dos EUA. A média das previsões de analistas era de queda de 0,8%. A desaceleração da economia está na base da deflação.

As construções de residências iniciadas nos EUA caíram 4,5% em outubro, para o recorde de baixa de 791 mil, em dados sazonalmente ajustados, informou o Departamento de Comércio. O número de setembro foi revisado para queda de 3,0%, para 828 mil, de um recuo de 6,3% divulgado anteriormente. Apesar do recorde de baixa, o dado ficou dentro do esperado. Economistas previam declínio de 4,7% em outubro.

"Acho que as pessoas já estavam preparadas para estes números", disse Frank Lesh, corretor da Futurepath. "Acho que já vimos alguma venda durante a madrugada em antecipação, por isso as vendas (de ações) depois dos dados não foram muito grande", acrescentou.

Um operador de um banco de porte médio de Wall Street disse esperar que o mercado hoje seja "um espelho do que se viu ontem, com as mesmas preocupações". Ele citou a continuidade dos problemas de liquidez no mercado de ações e de crédito, até que se tenha um senso de definição e resolução dos grandes problemas. "É muito difícil ver a luz no fim do túnel". Ontem, as ações terminaram em alta, graças aos resultados positivos de Hewlett-Packard e Home Depot. O Dow Jones subiu 151 pontos.

Hoje, os investidores vão continuar prestando atenção aos depoimentos dos executivos das três grandes montadoras de Detroit no comitê de serviços financeiros da Câmara. As empresas estão pedindo US$ 25 bilhões para enfrentar o enfraquecimento da economia, que pesou sobre a demanda e o financiamento de veículos.

Lesh acredita que qualquer resultado da Câmara vá afetar os mercados mais do que os dados econômicos desta manhã. "Ainda estamos esperando mais esclarecimentos sobre estes problemas", disse. As informações são da agência Dow Jones.

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