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Bolsa abre em baixa, com aumento da aversão ao risco

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) abriu em baixa hoje, em linha com o comportamento das bolsas no exterior, refletindo o aumento da aversão ao risco por parte dos investidores. Na véspera do dia de vencimento de opões sobre índice Bovespa, hoje será um dia desafiador para os comprados em índice futuro, cujo vencimento é amanhã.

Agência Estado |

Às 11h05 (de Brasília), caía 1,20%, a 41.339 pontos, na mínima do dia até o momento.

A terça-feira começou com o alerta vermelho voltando a soar, após a agência de classificação de risco Moody's ter alertado para o risco que os bancos do Leste Europeu enfrentam por causa da deterioração econômica na região, e o impacto sobre os controladores sediados na Europa Ocidental. A preocupação com a setor financeiro levou o ouro negociado no mercado internacional a operar no maior nível desde julho do ano passado, tanto no mercado à vista quanto no futuro, com os investidores trocando euros pelo metal precioso. Na Europa, as vendas no mercado acionários se concentram no setor bancário.

Na volta do feriado prolongado nos Estados Unidos, quando as Bolsas norte-americanas estiveram fechadas ontem, os investidores mantêm o pé no freio diante da expectativa do plano de reestruturação das montadoras General Motors (GM) e Chrysler, como parte do acordo para receberem bilhões de dólares em empréstimos federais. O plano deve ser divulgado hoje até as 19 horas (de Brasília), quando se encerra o prazo.

Diante desse quadro de pessimismo, as matérias-primas (commodities) voltam a mostrar debilidade. Os metais básicos negociados em Londres são pressionados por dados econômicos ruins, aumento dos estoques e ganhos do dólar ante o euro. Operadores acreditam que os metais podem continuar recuando em direção ao piso de seus intervalos recentes.

No caso da Vale, além dos metais em baixa e da expectativa com o resultado financeiro do último trimestre de 2008 e do fechado do ano passado, que sai nesta quinta-feira (dia 19), os investidores se deparam ainda com novas notícias sobre a negociação em torno do reajuste do minério de ferro. A China informou que não aceitará preços diferentes para o minério de ferro do Brasil e da Austrália por causa das taxas de frete, como ocorreu no ano passado. A declaração foi feita pelo secretário-geral da Associação de Aço e Ferro da China (Cisa), Shan Shanghua. No ano passado, a Vale e as mineradoras australianas romperam com a tradição de fixarem um único preço para o produto e foram bem sucedidas ao determinarem valores diferentes, em razão das despesas para transporte marítimo.

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