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Bolsa abre em alta e já sobe mais de 5%

A semana começa bem em todo o mundo graças ao megapacote da China de US$ 586 bilhões, que prevê o afrouxamento das condições de crédito, o corte de impostos e gastos com infra-estrutura no país. Na Ásia, o índice chinês Xangai Composto disparou 7,3% e a Bolsa de Tóquio fechou em alta de 5,81%.

Agência Estado |

No Brasil, às 11h11 (de Brasília), o índice Bovespa subia 5,35%, a 38.626 pontos, na máxima do dia até o momento.

Com a forte valorização sinalizada pelo Ibovespa nos primeiros minutos da sessão de hoje, a expectativa é de um dia bom para os negócios no mercado doméstico, de menor aversão ao risco. A recuperação na Bolsa, que mesmo com alta de 0,83% na última sexta-feira (dia 7) não conseguiu apagar a perda acumulada no mês de 1,59%, deve ser puxada especialmente pelas ações de primeira linha (blue chips) Vale e Petrobras, em função dos ganhos das matérias-primas (commodities) lá fora, e também pelos papéis do setor bancário.

A esperança de que o pacote chinês irá aumentar a demanda por materiais de construção e energia dá impulso aos preços das commodities. No horário citado acima, o contrato futuro do petróleo tipo WTI com vencimento em dezembro subia 7,18%, a US$ 65,42 o barril. Na Bovespa, as ações ordinárias (ON) e preferenciais (PN) da Petrobras avançavam 6,35% e 5,33%, respectivamente; e os papéis PN classe A (PNA) da Vale tinham alta de 6,01%.

Nos Estados Unidos, os índices futuros das Bolsas de Nova York operam em alta de cerca de 2%, com os investidores animados também pela reestruturação do plano de resgate da seguradora AIG, que chegará a US$ 152,5 bilhões, conforme anunciado hoje pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e pelo Tesouro dos EUA. O empréstimo anterior, concedido em setembro, se mostrou insuficiente para assegurar o funcionamento da seguradora a longo prazo. A AIG também anunciou que obteve prejuízo líquido de US$ 24,47 bilhões no terceiro trimestre deste ano, mas as ações da empresa disparavam 28% no pré-mercado em Wall STreet.

O noticiário no setor bancário segue aquecido. Hoje, o foco das atenções está na reunião do Conselho de Administração do Banco do Brasil, devido a expectativa sobre novas aquisições pelo banco federal. Oficialmente, a reunião é para analisar o balanço do terceiro trimestre, que será divulgado na quinta-feira (dia 13). Mas após o anúncio da união entre Itaú e Unibanco, cresceram os rumores de que a direção do BB teria acelerado as negociações não só com o governo de São Paulo para a compra da Nossa Caixa, como também com os bancos Safra e Votorantim.

A temporada de balanços entra na reta final esta semana, com empresas de grosso calibre divulgando resultado do período entre julho e setembro de 2008. Amanhã, por exemplo, sai o tão esperado balanço da Petrobras, que vem influenciado os preços das ações desde a semana passada.

Hoje cedo, a TAM anunciou prejuízo líquido de R$ 112,695 milhões no terceiro trimestre deste ano pelo padrão contábil brasileiro, contra lucro líquido de R$ 48,5 milhões em igual período do ano passado. Após o fechamento, saem os números da OGX, Banco Indusval, Drogasil, Equatorial Energia entre outras. Ainda no horário citado acima, as ações PN da empresa aérea subiam 2,79%; os papéis ON do Banco do Brasil tinham alta de 3,53%, enquanto as ações ON da Nosso Caixa disparavam 9,24%.

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