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Bolívia submete planos de petrolíferas em 2009 a que garantam gás à Argentina

La Paz, 8 set (EFE) - O Governo da Bolívia condicionou hoje a aprovação dos planos de operação das petrolíferas para 2009 a que as empresas garantam o aumento de sua produção, a fim de cumprir os compromissos de exportação de gás à Argentina.

EFE |

O ministro de Hidrocarbonetos, Carlos Villegas, disse ao canal de televisão estatal que as empresas deverão não apenas manter a produção, mas aumentá-la para que os planos de trabalho e os orçamentos sejam aprovados para o próximo ano.

Villegas destacou que os "megacampos" da Bolívia precisam de mais investimentos que garantam uma produção adicional de gás para enviar mais aos mercados externos, entre eles a Argentina.

Os campos que precisam de mais investimento, localizados todos no sudeste boliviano, são Huacaya e Margarita, operados pela companhia hispano-argentina Repsol YPF, assim como Itaú e Incahuasi, nas mãos da franco-belga TotalFinaElf.

"São estes quatro campos os que têm que fazer grandes investimentos", disse Villegas, ao pedir às empresas "valores significativos" para cumprir "os compromissos com a Argentina" e com a industrialização do hidrocarboneto.

O Governo boliviano foi obrigado a renegociar com a Argentina o contrato de gás que têm assinado desde 2006, por ter descumprido as exportações nos níveis estipulados por sua prioridade ser o Brasil.

Atualmente, as exportações de gás para a Argentina estão em 1,8 milhão de metros cúbicos por dia, frente aos 7,7 milhões que fixa o acordo assinado em outubro de 2006 pelo presidente Evo Morales e o então governante argentino Néstor Kirchner.

Villegas afirmou hoje que até 2009 se esperam investimentos no setor acima de US$ 1 bilhão, US$ 200 milhões a mais que os previstos na atual gestão. EFE ja/db

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