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Bolívia diz que poderá aumentar as exportações de gás

La Paz, 9 set (EFE) - O Governo da Bolívia estima que poderá aumentar as exportações de gás, assinar novos contratos, cumprir os compromissos com o Brasil e Argentina, e atender à demanda interna, segundo um relatório oficial divulgado hoje pelo jornal La Razón. A nova Estratégia Boliviana de Hidrocarbonetos (EBH), entregue na segunda-feira ao presidente boliviano, Evo Morales, pelo ex-ministro da pasta Carlos Villegas, calcula que o país acumulará no período 2007-2026 uma reserva remanescente de mais de 18 quatrilhões de pés cúbicos de gás para assumir novos contratos de exportação. No entanto, segundo a privada Câmara Boliviana de Hidrocarbonetos (CBH), que reúne as petrolíferas do país, a produção nacional de gás, que cerca os 40 milhões de pés cúbicos diários, não basta para cumprir os contratos em vigor, que demandam mais de 55 milhões. Atualmente, o principal destino das exportações de gás bolivianas é o Brasil, que recebe 31,1 milhões de metros cúbicos diários. Além disso, o país exporta à Argentina 1,5 milhão de metros cúbicos diários como média neste ano, com o que descumpre o contrato assinado em 2006, que estabelece para 2008 uma média de 7,7 milhões de metros cúbicos diários e 28,8 milhões para 2010. Villegas aproveitou o ato de segunda-feira, no qual foi nomeado novo ministro do Planejamento, para entregar a Morales a EBH, na qual se estabelece que o país disporá de 18,53 quatrilhões de pés cúbicos de gás de remanescentes para a exporta...

EFE |

) de que se recuperem as reservas provadas e 50% das prováveis, se pode dispor aproximadamente de 36,31 quatrilhões de pés cúbicos".

Desse número se reduziriam os 17,78 quatrilhões de pés cúbicos que seriam destinados a atender à demanda interna e os compromissos contraídos com o Brasil e a Argentina, com o que restariam mais de 18 quatrilhões que permitiriam ao Estado assinar novos contratos.

A projeção da EBH admite que até 2014 não será cumprido o compromisso de exportação firmado com a Argentina, país ao qual esse ano serão destinados 28,8 milhões de pés cúbicos diários. EFE az/db

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