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Bolívia criará indústria com cooperação de Irã e Venezuela

La Paz, 9 ago (EFE).- O presidente Evo Morales assinou hoje um acordo para criar a indústria de cimento estatal Cementos de Bolivia, na qual serão investidos US$ 225 milhões e que contará com a cooperação do Irã e da Venezuela.

EFE |

Morales assinou o documento com representantes diplomáticos dos dois países, "para implementar no menor tempo possível" duas fábricas nos departamentos de Oruro e Potosí (sudoeste), que terão uma capacidade de produção de 700 mil toneladas de cimento por ano.

O vice-ministro boliviano da Indústria, Eduardo Peinado, disse que o acordo assinado com a Venezuela e o Irã "é parte do grande esforço que está sendo feito com ambos os países, com os quais será formado um dos maiores grupos empresariais da América do Sul" Segundo Morales, a criação das duas fábricas de produção solucionará "a falta de cimento" com a qual muitas zonas da Bolívia sofrem, e onde as obras não podiam avançar por "problemas de escassez".

O presidente boliviano agradeceu o apoio técnico e a cooperação do Irã e da Venezuela e afirmou que seu Governo quer ter relações comerciais e diplomáticas "com todo o mundo".

"Não vamos romper relações com ninguém. Inclusive se alguns países atentam contra a soberania nacional, vamos ter paciência", afirmou.

Morales lembrou a "importante visita" do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad à Bolívia em setembro, quando foram assinaram os primeiros acordos comerciais entre os dois países, e anunciou sua intenção de viajar a Teerã em breve.

Na sua visita ao país andino, Ahmadinejad assinou um plano de cooperação com a Bolívia de US$ 1,1 bilhão até 2012.

"Esperamos poder anunciar o mais rápido possível essa visita (ao Irã) e tenho certeza de que vamos assinar muitos acordos de investimento", afirmou o presidente boliviano.

Morales também expressou a intenção de seu Governo de continuar criando mais empresas estatais "porque é a única forma de atender às demandas do povo boliviano". EFE lav/ab/rr

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