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Bolívia ameaça petrolíferas por não cumprimento de acordos

La Paz, 8 out (EFE).- O Governo da Bolívia afirmou hoje que as petrolíferas não são necessárias para o país caso não queiram cumprir seus compromissos de investimento, que este ano devem ficar em torno de US$ 900 milhões.

EFE |

O ministro de Hidrocarbonetos, Saúl Ávalos, que ocupa o cargo há um mês, se pronunciou nesse sentido em declarações à rádio "Erbol", antes de se reunir com o presidente Evo Morales em um conselho de ministros.

"Se as empresas petrolíferas não quiserem investir na Bolívia, saibam que na Bolívia não precisamos delas", disse o ministro ao assinalar que o país já não vive a época em que se fazem compromissos e não se cumprem.

As advertências surgem em um contexto de escassez de combustíveis em algumas regiões do país devido à queda nos investimentos do setor petroleiro que levaram a produção ao limite.

Em várias ocasiões, as companhias explicaram que a baixa no investimento de capitais foi causada pela instabilidade política do país nos últimos anos, por reformas tributárias e pela nacionalização do setor decretada em maio de 2006.

Em outras declarações publicadas hoje pelo diário "El Deber", no departamento (estado) de Santa Cruz, Ávalos também acusou as firmas petrolíferas de estarem acostumadas a zombar dos bolivianos.

Também ratificou que a empresa estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) tem a capacidade de fazer investimentos e conta "com os recursos humanos e financeiros para começar a explorar a partir do final do mês". EFE ja/rr

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