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Boeing irá retomar negociações com grevistas com auxílio de mediador

SÃO PAULO - A Boeing anunciou que irá retomar, provavelmente na próxima quinta-feira, as negociações com seus funcionários em greve. A paralisação já dura 46 dias e, segundo os metalúrgicos que cruzaram os braços, já custou mais de US$ 3,8 bilhões à fabricante, entre multas por atrasos em entregas e por vendas não concretizadas.

Valor Online |

A nova rodada de negociação acontecerá poucos dias após o último fracasso, quando, no dia 12 deste mês, ambas as partes não chegaram a um acordo que levasse ao retorno dos trabalhos. Desta vez, as conversas serão acompanhadas por um mediador do governo federal dos EUA.

O principal ponto de discórdia é a insistência da Boeing em manter portas abertas para, eventualmente, transferir partes da produção para empresas terceirizadas e estrangeiras alegando cortes de custos. Para os grevistas, isso demonstraria o plano estratégico de longo prazo da fabricante de eliminar postos de trabalho nos EUA indiscriminadamente.

Em nota, a Boeing afirma que está em contato direto com o mediador federal e que gostaria de voltar a negociar com o sindicato que representa os grevistas. "Queremos resolver a greve de uma forma que haja recompensas para nossos empregados e ao mesmo tempo assegure nossa capacidade para competir em um mercado dinâmico e desafiador", acrescenta a fabricante.

(José Sergio Osse | Valor Online)

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