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BNDES: no pico da crise, País vive situação excepcional

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse hoje que estamos no ápice de uma crise de crédito, mas que colhe o Brasil em situação excepcional. Ele lembrou que os bancos brasileiros estão capitalizados e as reservas internacionais do País, altas.

Agência Estado |

"O Brasil tem condições de crescer com base no mercado doméstico", disse em entrevista à imprensa, no início da tarde.

Ele prevê que o Brasil pode reduzir a taxa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de mais de 5% este ano para acima de 4% no ano que vem, provavelmente 4,5%. "É uma situação muito favorável em relação a outros países." Segundo ele, o País vive um ciclo de investimento que deve continuar e que está baseado em quatro fatores: os investimentos em infra-estrutura; o potencial do mercado interno brasileiro; oportunidades de exportação que o Brasil tem e que persistirão com commodities; e o pré-sal (petróleo).

"Há um certo piso de sustentação dos preços de commodities (matérias-primas) dado pelo crescimento das economias como a chinesa. Pode ter um 'overshooting' (disparada) para baixo, mas depois volta para o piso de sustentação", disse Coutinho, ao completar: "tanto em agronegócios como em commodities minerais e metalúrgicas". Segundo ele, as empresas já precificaram a queda de preços de commodities e os investimentos programados até 2014 devem se manter.

Coutinho disse ainda que o Brasil pode sair mais forte da crise, que já dura mais de um ano e que, segundo ele, até agora manteve o País "incólume". Para que a economia brasileira se torne mais forte durante a crise, uma das formas é ampliar a poupança doméstica, o que pode ser feito pelo aumento da poupança pública, entre outras alternativas. De acordo com ele, o governo tem feito um esforço nesse sentido.

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