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BNDES empresta US$ 2,3 bi para região

O saldo devedor dos países da América do Sul com os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) por bens e serviços exportados pelo Brasil totalizava em novembro US$ 1,608 bilhão, de acordo com tabela da instituição. O valor é menor que o de US$ 2,5 bilhões declarado pelo vice-presidente do banco, Armando Mariante, na segunda-feira, para países da América Latina.

Agência Estado |

Ontem, Mariante explicou que se referia também a países da América Central e Caribe e disse que, na verdade, o valor para a América Latina deve estar mais próximo de US$ 2 bilhões. "É possível que eu tenha cometido uma imprecisão", afirmou.

Não há inadimplência por parte dos países da região com o banco. Mesmo o Equador, que questiona junto à Câmara de Comércio Internacional (CCI) contrato de financiamento de US$ 242,9 milhões para a construção da Usina Hidrelétrica San Francisco, tem mantido o pagamento em dia.

A Argentina é a maior devedora do BNDES, com US$ 630 milhões. O Equador aparece em segundo lugar com uma dívida total de US$ 469,6 milhões. Em seguida, vem o Chile, com US$ 241,8 milhões e a Venezuela, com US$ 221,3 milhões. A dívida dos demais é bem menor e, somada, não chega a US$ 50 milhões. Desde 1997 até este ano, o banco já desembolsou US$ 3,3 bilhões, a maior parte já pagos.

Atualmente, a chamada carteira América do Sul do BNDES mostra contratos de US$ 2,3 bilhões. Para o Equador, além do crédito para a usina, há financiamentos para a companhia aérea local Tame comprar aviões da Embraer e também para a importação de ônibus.

Argentina e Venezuela aparecem com o maior número de projetos nos contratos atuais - quatro para cada país. Os da Argentina são para gasodutos. Já a Venezuela tem dois financiamentos para o metrô de Caracas, um para a construção de uma hidrelétrica e outro para a compra de colheitadeiras.

Os projetos do Chile são de ampliação do metrô de Santiago e da rede de ônibus urbanos. O Paraguai contratou financiamento para as obras de uma rodovia. Não há outros projetos atuais contratados, segundo o BNDES.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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