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BNDES diz que investimentos no Brasil estão sólidos, apesar de crise

BRASILIA - Apesar da crise mundial, os investimentos não vão despencar no Brasil, pois estão sólidos, e principalmente nas áreas de habitação, petróleo e gás serão suficientes para sustentar o crescimento dos próximos dois anos, afirmou hoje Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em discurso com várias colorações políticas, Coutinho convidou dezenas de prefeitos a baterem em sua porta com demandas de prevenção aos impactos negativos da crise: Estamos abertos; é muito importante unir esforços conosco.

Valor Online |

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Ladeado pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e pelo presidente do Banco do Brasil, Antônio Francisco de Lima Neto , Coutinho repetiu números sobre linhas de crédito anunciadas ontem para reforço ao capital de giro das empresas, e outros créditos que beneficiarão diretamente as gestões municipais.

Ele contou, e foi ovacionado em seguida, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria lhe pedido para "zelar", não deixar "que os grandes abocanhem" os recursos, dando preferência aos pequenos prefeitos na concessão de R$ 1 bilhão em recursos do Provias, destinado a financiar máquinas e tratores para melhorias em estradas.

No encontro nacional de novos prefeitos e prefeitas, Coutinho mostrou números apontando investimentos mapeados de R$ 1,3 trilhão entre 2009 e 2012. Seriam R$ 450,1 bilhões na indústria, R$ 535,7 bilhões em construções residenciais e R$ 319,1 bilhões em obras de infraestrutura.

A pedido de Lula, o BNDES teria identificado os 100 maiores projetos de infraestrutura em andamento e verificado se foram abalados pela crise. "Os projetos estão firmes como rocha, amadureceram, principalmente pelo cuidado da ministra Dilma", disse Coutinho.

Ele reiterou que já são 220 os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sob a alça do BNDES. Em termos de recursos, o banco já aprovou R$ 54 bilhões em financiamentos e tem meta de atingir R$ 86,1 bilhões até 2010, tudo dentro do PAC. Só na área de saneamento são R$ 4,4 bilhões, dos quais 94% estão contratados.

(Azelma Rodrigues | Valor Online)

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