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BM ressalta importância de programas como Bolsa Família contra crise

Miami, 13 jan (EFE).- Os países da América Latina e do Caribe deveriam continuar investindo em programas sociais como o Bolsa Família, do Governo federal, para amenizar os efeitos da crise financeira sobre suas economias, disse em Miami o diretor-executivo do Banco Mundial (BM), Juan José Daboub.

EFE |

Ele destacou ainda que, por causa das turbulências econômicas mundiais, a América Latina e o Caribe crescerão este ano de 2% para 2,5%, afetada pela crise financeira internacional.

Segundo ele, até o primeiro semestre de 2008 existia a sensação de que a crise não afetaria gravemente a região.

"Os bancos centrais tinham acumulado reservas, os níveis de investimentos estrangeiros se mantinham, as projeções para 2009 eram de crescimento, e, por exemplo, Brasil e Peru se uniam ao grupo de países com melhores qualificações de investimento", acrescentou.

No Brasil, destacou o especialista, observou-se "inclusive que as tendências de desigualdade começavam a se reverter".

Daboub destacou as conquistas alcançadas por programas sociais como o "Bolsa Família", e o propôs como um modelo a implementar em outros países da região.

Ele lembrou que o Banco Mundial (BM) atualmente fornece mais de US$ 2 milhões para desenvolver este tipo de programas sociais.

Além disso, afirmou que, neste ano fiscal, o Banco Mundial deseja desembolsar cerca de US$ 11 bilhões em programas de empréstimos para a América Latina.

Daboub destacou que, além do fortalecimento dos programas sociais, a região também poderia priorizar investimentos que promovam o desenvolvimento comercial e o aumento temporário e responsável do gasto público através do investimento em projetos de infra-estrutura.

Isso poderia aumentar a demanda doméstica, "particularmente por meio da associação do setor público e privado".

Em relação à projeção do crescimento econômico, ela está muito distante da média anual de 50% dos últimos cinco anos, afirmou Daboub no fórum "Perspectivas nas Américas 2009, o futuro da política dos Estados Unidos à região".

O diretor-executivo do BM advertiu de que 2009 será um ano de fortes ajustes econômicos, e que a região deverá fortalecer os programas de atendimento à população de poucos recursos para combater os piores efeitos da crise financeira internacional. EFE ef/db

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