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BM e BID expressam apoio a nova iniciativa para impulsionar o comércio

Washington, 30 set (EFE).- O Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) expressaram hoje seu apoio à nova iniciativa anunciada na última semana entre 12 países para impulsionar o comércio na América.

EFE |

Em comunicado, os presidentes do BID, Alberto Moreno, e do Banco Mundial, Robert Zoellick, afirmaram que a "Iniciativa para o Caminho à Prosperidade na América" representa um esforço "oportuno" para defender os lucros econômicos da América Latina em momentos de instabilidade financeira global.

"O comércio pode ter um papel importante para superar a pobreza", afirmou Zoellick, que disse que considerando que a Rodada de Doha de negociações comerciais está estagnada "é mais importante que nunca que os países sigam em frente com a liberalização do comércio".

Já Moreno afirmou que não é o momento de jogar atrás na liberalização comercial, mas de aprofundar a integração econômica.

Os dois afirmaram que nos últimos dez anos os países do continente americano assinaram cerca de 30 acordos comerciais com parceiros de todo o mundo.

A iniciativa foi apresentada na última semana pelo presidente George W. Bush em reunião em Nova York com representantes dos países integrantes, que são, além dos EUA, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Peru e República Dominicana.

Neste fórum, os líderes poderão "trabalhar para garantirem que os lucros do comércio se compartilham amplamente", declarou Bush.

O plano, afirmou o presidente americano, "aprofundará as conexões entre os mercados regionais e ampliará a cooperação em assuntos de desenvolvimento".

"É uma iniciativa muito promissora e esperamos resultados positivos quando nossos representantes se reúnam neste fórum no final deste ano", declarou Bush.

Segundo os signatários, a iniciativa está aberta a que se juntem como observadores ou participantes de capacidade plena outros países do continente que compartilhem o "compromisso com a democracia, os mercados abertos e o livre-comércio". EFE mv/fal

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