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Bloomberg diz que crise eliminará 294 mil empregos em N.York

NOVA YORK - O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, informou nesta sexta-feira que a cidade perderá 294 mil postos de trabalho pela crise, o que significa 7,7% do emprego antes dos problemas financeiros enfrentados pelos grandes bancos de investimento em Wall Street e que causou a queda do consumo.

EFE |

Ao comunicar os planos para enfrentar a recessão, o prefeito de Nova York destacou que a cidade experimentará uma queda de emprego dos atuais 3,77 milhões de postos de trabalho até 3,48 milhões.

A queda, que já começou no segundo trimestre de 2008, deve durar até 2010, o que provocará uma abrupta diminuição da receita pública, afirmou Bloomberg, ao revelar seus planos para o ano fiscal de 2010, que, na cidade, começa a partir de julho.

Segundo seus cálculos, só no setor financeiro serão perdidos 46 mil postos de trabalho em relação ao máximo alcançado no terceiro trimestre de 2008, o que representará uma redução de 24,6%.

Nesse setor, cada trabalhador pagou, em 2004, uma média de US$ 13.928 em impostos, o maior número em comparação com qualquer outro tipo de empregado.

Isso quer dizer que, no segundo trimestre do ano, um em cada quatro postos de trabalho criado pelo setor financeiro em Nova York antes da crise desaparecerá, segundo a Prefeitura, que calcula que, em 2008, Wall Street perdeu US$ 47,2 bilhões.

Além disso, Bloomberg destacou que, no setor de lazer, serão perdidos 24 mil empregos em dois anos, o tráfego aéreo se desacelera, a ocupação hoteleira cai e o mercado imobiliário desaba.

O plano inclui reduzir o gasto público em US$ 1 bilhão e conseguir o mesmo valor do Governo federal com mais transferências para o sistema público de atendimento médico.

O prefeito também quer economizar US$ 1 bilhão na contratação de novos funcionários, rebaixando as prestações e barateando, assim, os contratos, enquanto prevê um corte de 22.919 empregos públicos, entre saídas voluntárias e incentivadas e demissões.

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