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O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, pediu nesta quinta-feira aos países industrializados do Grupo dos Oito que atuem junto aos produtores para controlar a alta do petróleo e dos alimentos, que pode levar a uma situação perigosa.

"O que observamos hoje não é uma catástrofe natural - uma tsunami ou um furacão - e sim uma catástrofe gerada pelo homem e que, por isso, deve ser controlada pelo homem", afirmou Zoellick.

"Convoco os países membros do G8, em ação conjunta com os principais produtores de petróleo, a atuar para atacar esta crise", acrescentou, em declarações feitas dias antes da abertura da cúpula de chefe de Estado e de governo do Grupo dos Oito Países Mais Industrializados do mundo.

"Trata-se de um teste para o sistema mundial em termos de ajuda aos mais vulneráveis e não se pode permitir o fracasso", afirmou.

O presidente do Banco Mundial insistiu quanto às conseqüências do aumento dos preços do petróleo e dos alimentos para as populações pobres.

"Já vimos os tumultos que explodiram em dezenas de países e o descontentamento quanto aos preços dos combustíveis está a caminho de se propagar", advertiu.

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