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BID cria linha de US$ 6 bi contra crise financeira

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou o estabelecimento de uma linha de crédito de US$ 6 bilhões para ajudar os países da região da América Latina e do Caribe a enfrentarem a crise financeira. O BID também disse que vai disponibilizar a cifra recorde de US$ 12 bilhões em 2009.

Agência Estado |

Em entrevista coletiva à imprensa em Washington, dirigentes do BID disseram que o objetivo da linha de crédito a ser disponibilizada para os governos dos países da região "é que os recursos sejam tornados disponíveis para as empresas domésticas por intermédio dos bancos comerciais que possam enfrentar dificuldades transitórias em acessar linhas de crédito estrangeiras e interbancárias". Um dos vice-presidentes do BID, Santiago Levy, disse que a turbulência que tomou conta dos mercados financeiros depois do colapso do banco de investimentos norte-americano Lehman Brothers, em meados de setembro, tornou essa medida necessária. Segundo ele, caso a situação se normalize, os países poderão deixar de recorrer a essa linha de crédito.

Outros funcionários do BID disseram que os US$ 12 bilhões em créditos previstos para 2009 têm o objetivo de dar apoio ao crescimento regional e a conter os níveis de pobreza.

A Corporação Andina de Desenvolvimento (CAF) também anunciou uma linha de crédito temporária de US$ 1,5 bilhão, para ajudar os países da região a superarem dificuldades de acesso ao mercado de capitais. Os recursos serão desembolsados por intermédio dos governos e dos bancos centrais. A CAF também ampliou de US$ 1,5 bilhão para US$ 2 bilhões uma linha de crédito já existente, para mais de 100 instituições financeiras dos 17 países que integram a instituição. A agência informou ainda que vai disponibilizar US$ 7,5 bilhões em 2008 e US$ 9 bilhões em 2009 para corporações públicas e privadas.

Além disso, o Fundo Latino-Americano de Reserva, que reúne sete países e opera por meio dos bancos centrais para dar apoio ao balanço de pagamentos dos países membros por meio de créditos e garantias, anunciou que vai disponibilizar até US$ 4,5 bilhões em linhas contingenciais. As informações são da Dow Jones.

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