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BG e Galp disparam com novo supercampo no Brasil

As ações da portuguesa Galp e da britânica BG dispararam nesta quinta-feira nas bolsas européias após as empresas revelarem, juntamente com a Petrobras, que o Campo de Iara, na Bacia de Santos, tem reservas de 3 bilhões a 4 bilhões de petróleo e gás. Os papéis da Galp abriram com alta de 11,7% na Bolsa de Lisboa.

Agência Estado |

Às 6h03, as ações estavam em alta de 6,12%, a 12,05 euros. Na Bolsa de Londres, as ações da BG Group avançavam 4,08%, para £ 10,98.

A Galp também se beneficiou de uma notícia publicada pelo jornal português Diário Econômico, segundo a qual o consórcio formado pela empresa, pela Petrobras e pela também portuguesa Partex, está perto de encontrar petróleo na costa de Lisboa. Em Londres, o executivo-chefe da BG Group, Frank Chapman, disse que o Campo de Iara superou suas expectativas. "(O campo) fortalece nossa confiança no pré-sal da Bacia de Santos como um importante estímulo futuro para o crescimento da BG Group", declarou Chapman. "O Brasil vai se tornar um centro de produção muito importante para nossa companhia e sustentará uma grande contribuição para os lucros ao longo de pelo menos três décadas", acrescentou.

O analista Peter Hitchens, do banco Kaupthing, observou que novas descobertas provavelmente vão acontecer, conforme forem feitas perfurações na costa brasileira. Hitchens apontou ainda que a BG se encontra numa posição muito boa na exploração da região, com áreas mais extensas do que suas concorrentes. Já o analista Richard Griffith, da corretora Evolution Securities, disse que as descobertas no Campo de Iara podem acrescentar 50 a 100 pence por ação ao valor da BG, dependendo do prazo e do custo de desenvolvimento do campo. Os sinais de que o governo brasileiro estuda mudanças nas condições fiscais para as empresas que operam no litoral podem limitar o efeito benéfico sobre o preço da ação da BG, ressalvou Griffith. No entanto, Hitchens acredita ser pouco provável que o governo faça mudanças retroativas nos termos das atuais licenças de exploração. As informações são da Dow Jones.

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