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Bernanke pede mais poder de fiscalização para o Fed e estuda prolongar ajuda financeira

SÃO PAULO - O presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, disse que a autoridade monetária tem de ter mais poderes para prevenir e limitar as turbulências financeiras. Em seu discurso, ele não falou sobre o panorama econômico.

Valor Online |

Segundo Bernanke, o Congresso deve considerar a concessão de uma série de poderes que permitam ao Fed delimitar as necessidades de capital e gerenciamento de ricos para os bancos de investimento, algo feito, primariamente, pela Securities and Exchange Commission (SEC, órgão regulador do mercado americano).

"Eu não creio que o Fed possa cumprir completamente esses objetivos sem a autoridade para examinar diretamente os bancos e outras instituições financeiras que estão sujeitas à regulação" , disse Bernanke durante conferência sobre empréstimos para tomadores de baixa e média renda patrocinado pelo Federal Deposit Insurance Corp.

Uma medida nessa direção já foi tomada. Ontem, o Fed, que regula os bancos, e a SEC, que controla as empresas de investimento, anunciaram um acordo de troca de informações buscando a melhor avaliação de riscos potenciais ao sistema financeiro.

Em outro ponto de seu discurso, o presidente o Fed também disse que considera estender os empréstimos emergências para as corretoras de valores para além de 2008. O plano inicial era manter os empréstimos em condições facilitadas até setembro.

Em março, conforme as condições de liquidez pioravam nos mercado, a autoridade monetária estabeleceu duas linhas de crédito para as corretoras. Uma delas permite o swap de uma séria de ativos sem liquidez por títulos do Tesouro dos EUA, os Treasuries. A outra provê dinheiro para instituições de modo parecido com os empréstimos de redesconto feitos pelos bancos.

"Estamos monitorando de perto os desenvolvimentos nos mercados financeiros e estamos considerando uma série de medidas, entre elas estender a duração das linhas para as corretoras para depois do final do ano se as condições anormais continuarem prevalecendo no mercado."

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