O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, assinaram nesta terça-feira em Roma um acordo de cooperação nuclear, o primeiro passo concreto para que a Itália volte a recorrer à energia atômica.

O acordo, que abre as portas do mercado italiano às empresas francesas, envolve desde a pesquisa até o tratamento de dejetos nucleares, passando pela construção de centrais nucleares.

As maiores operadoras de energia elétrica da França e Itália, EDF e ENEL, assinarão um acordo de colaboração para a construção de quatro reatores de terceira geração EPR no território italiano.

Após o retorno ao poder, em maio de 2008, de Silvio Berlucosni, a Itália decidiu voltar a recorrer à energia nuclear, 21 anos depois de descartar a mesma em um referendo, para reduzir a dependência de gás e petróleo.

Roma almeja que 25% da energia elétrica do país venha da atividade nuclear.

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