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Bélgica, França e Luxemburgo socorrem banco Dexia

Os governos da Bélgica, da França e de Luxemburgo mobilizaram-se para amparar o banco belgo-francês Dexia, cujas ações caíram 30% ontem na Bolsa de Bruxelas. Os governos e os atuais acionistas vão investir 6,4 bilhões de euros (US$ 9,194 bilhões) no banco, segundo um porta-voz do governo belga.

Agência Estado |

Especializado em empréstimos para governos, o Dexia tem uma pesada exposição ao mercado imobiliário dos EUA por meio de sua seguradora de bônus FSA. O presidente do Dexia, Axel Miller, e o presidente do conselho de administração do banco, Pierre Richard, renunciaram aos cargos.

O governo belga e três acionistas institucionais vão injetar 3 bilhões de euros, o governo francês investirá 1 bilhão de euros de euros e o governo de Luxemburgo, 376 milhões de euros. A Caixa de Depósitos e Consignações (CDC), banco de investimentos estatal francês que já tem 12% das ações do Dexia, vai investir outros 2 bilhões de euros. Juntos, o governo da França e a CDC passarão a controlar 25% do capital do Dexia, o que lhes dá direito de veto, segundo informou o gabinete da presidência francesa.

Ontem à noite, a agência de classificação de risco Standard & Poor rebaixou o rating do Dexia de AA para AA-, dizendo que a continuada deterioração do mercado imobiliário dos EUA e as perdas no valor de diversos títulos de crédito estruturado vão prejudicar ainda mais os lucros do Dexia e a geração interna de capital. As informações são da Dow Jones.

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