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Bélgica, França e Luxemburgo injetam 6,4 bi de euros no banco Dexia

SÃO PAULO - O banco belgo-francês Dexia se juntou à lista das instituições européias que tiveram de receber dinheiro público perante a crise financeira que abala os mercados. Os governos da Bélgica, França e Luxemburgo concordaram em injetar 6,4 bilhões de euros na entidade.

Valor Online |

Pelos termos do acordo, a Bélgica e acionistas vão prover 3 bilhões de euros, a França e o banco estatal Caisse des Depots colocarão outros 3 bilhões de euros e Luxemburgo irá investir 376 milhões de euros.

O primeiro-ministro belga, Yves Leterme, comentou a jornalistas em Bruxelas que a decisão tem como objetivo ajudar o banco a "lidar com o que está acontecendo nos mercados financeiros".

A iniciativa foi tomada depois de uma queda de quase 30% nos preços das ações do Dexia ontem, quando repercutiu nas praças a notícia de que o rival Fortis foi socorrido pela Bélgica, Holanda e Luxemburgo com um investimento de 11,2 bilhões de euros. A nacionalização parcial do Fortis foi anunciada no domingo à noite.

O presidente do Dexia, Pierre Richard, e o executivo-chefe do banco, Axel Miller, pediram demissão. A instituição, especializada em empréstimos para governos, foi fundada em 1996 em decorrência da fusão do francês Credit Local e do belga Credit Communal.

(Juliana Cardoso | Valor Online, com agências internacionais)

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