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Bélgica, França e Luxemburgo anunciam resgate do banco Dexia

Depois do resgate do Fortis, os governos da Bélgica, França e Luxemburgo concluíram um acordo para injetar 6,4 bilhões de euros (9,194 bilhões de dólares) no banco e seguradora franco-belga Dexia, anunciou o primeiro-ministro belga, Yves Leterme.

AFP |

Pouco depois do anúncio, os dois principais dirigentes do Dexia, o presidente Pierre Richard e o diretor executivo Axel Miller, pediram demissão. O conselho aceitou os dois pedidos.

O acordo para salvar o Dexia foi finalizado após uma longa noite de negociações e a injeção de capital tem como objetivo tranquilizar os mercados, depois que as ações do Dexia registraram queda de quase 30% na segunda-feira.

O resgate do Dexia acontece menos de 48 horas depois da nacionalização parcial do banco belga-holandês Fortis pelos três países integrantes do Benelux (Bélgica, Holanda y Luxemburgo).

O acordo prevê que as autoridades federais e regionais, assim como os investidores belgas, injetem três bilhões de euros no grupo. O governo francês e a Caixa de Depósitos e Consignações entrarão com outros três bilhões e o governo de Luxemburgo com 376 milhões.

Os governos belga e francês aumentarão seu capital no banco, enquanto o governo luxemburguês optará por uma emissão de obrigações que podem ser convertidas em ações.

Nascido em 1996 da fusão do Crédit Local da França com o Crédit Communal da Bélgica, o Dexia, que tem 37.000 funcionários, é especializado em empréstimos aos municípios.

slb-soe-mar/fp

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