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BC: liberação de compulsório soma R$ 52 bi em um mês

As diversas medidas para liberação dos depósitos compulsórios anunciadas nas últimas semanas pelo Banco Central injetaram R$ 52,234 bilhões no mercado apenas no mês de outubro. A informação foi dada hoje pelo BC.

Agência Estado |

De acordo com dados mensais da autoridade monetária, o volume total de depósitos compulsórios recolhidos junto ao BC diminuiu de R$ 272,015 bilhões no fim de setembro para R$ 219,781 bilhões no último dia de outubro.

Os números mostram que a principal liberação aconteceu na exigibilidade adicional que recai sobre os depósitos a prazo, à vista e poupança, que liberou R$ 22,851 bilhões. Outro segmento em que houve expressiva injeção de recursos foi no compulsório sobre os depósitos a prazo recolhido em títulos, que liberou R$ 21,379 bilhões. Em relação ao recolhimento obrigatório dos depósitos das empresas de leasing, foram liberados outros R$ 4,118 bilhões.

Dólar

A desvalorização do real ante o dólar em outubro levou o BC a ter um ganho líquido de US$ 4,383 bilhões no mês passado com os ajustes das operações de swap cambial. No caso, o ganho refere-se aos contratos de swap reverso, em que o BC é credor em câmbio e ganha quando o dólar sobe. Em outubro, a divisa norte-americana se valorizou 13,3% ante o real e fechou em R$ 2,156.

Ao longo do mês passado, a partir do dia 6, o BC foi colocando no mercado swaps tradicionais, em que assume posição devedora em câmbio, ou seja, perde quando o dólar sobe. Mas só no final do mês, mais precisamente no dia 30, os contratos de swap tradicional superaram os de swap reverso. Ou seja, só neste mês de novembro que, em caso de alta do dólar, o BC começará a perder. Mas, se a moeda brasileira se valorizar, a autoridade monetária vai ganhar.

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