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BC diz que desaceleração econômica do Brasil será menor que em outros países

RIO DE JANEIRO- A esperada desaceleração da economia brasileira será menos intensa que em outros países, graças a medidas oficiais que custaram ao país US$ 77,5 bilhões, afirmou nesta segunda-feira o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles. O Governo está tomando as medidas e o país vai continuar crescendo. Se há uma previsão de queda do crescimento mundial de 4% a 2%, o Brasil crescerá mais que o mundo, acrescentou Meirelles em São Paulo durante um discurso a jovens empreendedores. http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/11/17/bc_g_20_pode_ser_o_melhor_orgao_para_discutir_crise_2117912.html target=_top BC injetou US$ 46 bilhões para manter a liquidez do mercado

EFE |

Segundo o presidente do BC, o Brasil não ficará à margem da crise internacional e, por isso, as medidas do Governo visam a amenizar esses impactos.

As autoridades do Governo brasileiro moderaram seu otimismo, após terem afirmado, até poucos dias atrás, que a economia do país não seria afetada pela crise. Meirelles admitiu que, em 2009, a escassez de crédito prejudicará o nível de atividade do aparelho econômico. "O Brasil vai ter uma desaceleração no ano que vem, mas em escala muito menor que em outros países", afirmou.

Sobre as medidas tomadas até agora pelo Governo federal para conter aquela que definiu como a pior crise global desde a Grande Depressão dos anos 1930, Meirelles destacou que o principal objetivo é fornecer liquidez ao mercado.

Até agora, o BC injetou cerca de US$ 46,5 bilhões em leilões de divisas e vendas diretas no mercado cambial, além de empréstimos para linhas de crédito ao comércio exterior.

O Governo também gastou diretamente outros R$ 70 bilhões para ajudar a estimular o crédito em vários setores, como o imobiliário, construção civil e o automotivo, um dos pilares da indústria nacional.

"Nos últimos dois ou três dias, quase se regularizou o crédito para as unidades de montagem", o que se refletirá nos próximos dias no mercado, afirmou Meirelles.

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