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BB terá tempo extra para adequar exigibilidade de crédito imobiliário

SÃO PAULO - O Banco do Brasil terá um prazo de cinco anos para se enquadrar nos limites de exigibilidade de aplicação dos recursos captados com poupança em operação de crédito imobiliário, após a incorporação de bancos estaduais como o Besc, BEP e Nossa Caixa. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje uma resolução que diz que o banco que incorporar instituições financeiras estaduais federalizadas que tenham sido saneadas no âmbito do Proes (Programa de Incentivo à Redução do Setor Público Estadual na Atividade bancária) poderá fazer um reenquadramento gradual a essa exigibilidade.

Valor Online |

Do total de recursos captados por meio de poupança, 65% do total deve ser aplicado em crédito imobiliário.

Segundo o CMN, o mesmo tratamento foi dado para os bancos privados que compraram bancos estaduais nas mesmas condições, durante os processos de privatização. Esses bancos tiveram um prazo de cinco anos para cumprir a obrigação.

"A medida aprovada hoje dá isonomia nesse tratamento aos bancos que participarem dos processos de incorporação das instituições ainda federalizadas", disse o CMN.

O órgão ressalta que, no âmbito do Proes, esse bancos alienaram, no todo ou em parte, suas carteiras de crédito imobiliário.

(Valor Online)

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